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Breves da Assembleia Municipal

FOTO: Diana Familiar
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Cães “Continuamos a ver animais com dono, coleira e açaime, mas à solta no Parque de Nossa Senhora dos Milagres e no Parque Urbano do Rio Ul”, alertou a deputada Rita Mendes da CDU. Além disso “temos cães sem dono, uns agressivos outros doces, mas imprevisíveis,” em alguns pontos da cidade, informou, apelando à autarquia que “atue e fiscalize” sobre esta situação. Helena Couto, deputada do PS e presidente da junta de freguesia, subscreveu a intervenção anterior e deu a conhecer a existência de “uma matilha de cães que está habitualmente na Sanjotec”. A existência de cães abandonados é “um problema da cidade”, reconheceu o presidente da câmara, Ricardo Figueiredo, admitindo conhecer “três pessoas que foram mordidas” por cães abandonados que costumam estar junto ao edifício da Sanjotec. Sendo este “um problema que temos de resolver na cidade”, admitiu o autarca sem adiantar, para já, que tipo de medidas poderão ser adotadas pelo município. Já o deputado independente Manuel Neves quis saber de que forma é que a autarquia vai recolher os animais abandonados. O autarca repetiu que ainda não sabe como vai resolver o problema, mas será resolvido “porque tem de se resolver”.

Passadeiras A deputada Rita Mendes, da CDU, deu a conhecer “a urgência” que é a criação de passadeiras sobrelevadas junto às avenidas do Brasil, da Liberdade e Dr. Renato Araújo (desde a rotunda do hospital até ao centro comercial). “A maioria dos condutores não está a respeitar os limites de velocidade”, avisou Rita Mendes. A deputada da CDU alertou, ainda, para o estado da zona do separador central na Avenida Dr. Renato Araújo, que tem “as pedras retangulares soltas, a abanar e saliências”. O autarca Ricardo Figueiredo demonstrou estar a par da urgência das passadeiras sobrelevadas, principalmente na Avenida Dr. Renato Araújo, tomando ainda nota dos problemas existentes no separador central.

Passeios Os passeios na Rua de Arrifana, em frente à EDP, foram “rebentados aquando da instalação da fibra ótica”, permanecendo até agora nesse estado, denunciou Rita Mendes, admitindo que, em nome da CDU, “não sabemos de quem é a responsabilidade, mas a câmara devia atuar”. O presidente da câmara não prestou qualquer declaração sobre este assunto.

A32 A A32 é “uma alternativa interessante para a zona Norte, mas os preços das portagens são altamente caros”, criticou Rita Mendes, deputada da CDU, sugerindo a realização de “muita pressão junto das autoridades competentes para descer o preço”. Uma opinião subscrita por Ilídio Leite, líder de bancada do PSD, e por Rodolfo Andrade, líder da bancada do PS e do partido, para quem “a pressão política é fundamental para reduzir as portagens”. Os preços das portagens da A32 são “elevados”, reconheceu Ricardo Figueiredo, mencionando ainda que a mesma tem “aspetos positivos”. A A32 é “boa” e “não custa dinheiro aos contribuintes porque é de exploração privada”.

Mercado O Mercado Municipal devia ser “um espaço confortável, apropriado para compras e convivência dos locais”, disse o deputado socialista Artur Nunes. O espaço apresenta problemas de “infiltrações de água, cheiro intenso a animais vivos junto aos legumes, chão escorregadio e engordurado com falta de limpeza e lojas fechadas”, descreveu. A “pouca luz que existe está mal adequada” e as “janelas com falta de limpeza visível”, lamentou Artur Nunes que admitiu, em nome dos socialistas, “estamos à espera da promessa eleitoral do PSD de gestão profissional do Mercado Municipal”. O autarca Ricardo Figueiredo apenas disse que “estamos a tratar” da gestão profissional deste espaço sanjoanense.

Contentores O líder socialista Rodolfo Andrade alertou a autarquia sanjoanense para o estado danificado de alguns contentores subterrâneos. O contentor subterrâneo junto ao Paris Tropical tem “buracos que libertam sujidade e cheiro que atrai animais”. Um outro está avariado junto à Casa da Criatividade, deu a conhecer Rodolfo Andrade. O presidente da câmara, Ricardo Figueiredo, confirmou a existência de seis contentores que precisam de ser recuperados, adiantando “três intervenções nas próximas semanas”. A autarquia abriu concursos para a reabilitação dos contentores, não descartando a hipótese de substituição dos mesmos. A decisão estará dependente do preço, informou o autarca sanjoanense.

Acessos O munícipe Paulo Bacalhau congratulou a autarquia pela existência de uma rampa de acesso no interior das piscinas exteriores. Contudo, o mesmo edifício camarário carece de falta de acessos em outros pontos para pessoas com dificuldades motoras. Por exemplo, a entrada continua sem rampa de acesso e os balneários não estão preparados para receber pessoas com cadeiras de rodas. O acesso à piscina exterior está “bem feito, mas tem um ralo com água que impede o acesso e não há equipamentos para as pessoas com dificuldades motoras nas piscinas”, avisou Paulo Bacalhau. O munícipe alertou também a autarquia para o mau estado de alguns passeios da cidade. O próprio teve “a infelicidade de tombar na entrada em frente ao restaurante Churrascão” devido às irregularidades do passeio. Após a queda, “tive de ser suturado no Hospital S. Sebastião”, deu a conhecer Paulo Bacalhau.

Água A proposta de criação do sistema multimunicipal de abaste- cimento de água do Sul do Grande Porto e constituição da sociedade anónima concessionária do mesmo foi aprovada com duas abstenções da CDU. S. João da Madeira “sempre foi contra esta aglutinação” de passar da empresa Águas do Douro e Paiva para a empresa Águas do Norte, afirmou Ricardo Figueiredo, lembrando que a câmara “sempre esteve na linha da frente para reverter esta situação abusiva”. A empresa Águas do Douro e Paiva era constituída por municípios com “contas equilibradas e que pagavam a tempo e horas”. Já a empresa Águas do Norte era constituída por municípios com “contas ruinosas sem pagar as contas da água”, recordou Ricardo Figueiredo. A Águas do Douro e Paiva voltou a ser constituída e a sociedade inicia a atividade a 1 de janeiro de 2017.

Assembleia A sessão da Assembleia Municipal realizada a 3 de novembro, pelas 21h15, no Fórum Municipal não concluiu todos os pontos da ordem de trabalhos. A sessão apenas tratou os pontos 1 (período antes da ordem do dia), 2 (período de intervenção do público) e do 3 (período da ordem do dia) apenas resolveu o primeiro. A segunda sessão continuou ontem com os sete pontos restantes já depois do fecho da edição do nosso jornal.

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