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As “últimas” Jornadas da Educação de Ricardo Figueiredo

FOTO: Gisélia Nunes
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As “últimas” Jornadas da Educação de Ricardo Figueiredo

Foi com “sabor a despedida” que, este ano, começaram as Jornadas da Educação. Depois de, em 2016, terem tido como “palco” a Torre da Oliva, o evento camarário voltou ao auditório dos Paços da Cultura, iniciando-se ontem e estendendo-se até ao dia de hoje, quinta-feira. E, pela última vez, contaram com Ricardo Figueiredo na qualidade de presidente da câmara na sessão de abertura.
Num discurso emocionado, depois de um momento musical protagonizado pela Academia de Música, o autarca de S. João da Madeira reconheceu “a importância que a Educação tem no nosso Município”, assim como “as nossas escolas públicas e privadas”. Estas últimas “pela forma competente como têm desempenhado as suas funções e pelo apoio extraordinário e amizade que tiveram neste meu mandato”, justificou, acrescentando: “Percebe-se porque em S. João da Madeira as escolas são de referência e as pessoas que cá trabalham preferem deixar os filhos” frequentarem os estabelecimentos de ensino do município. Aliás, não é por acaso que “50% dos nossos concelhos são de fora do concelho”, informou o edil.
Mas, em seu entender, “há ainda muito trabalho a fazer, não só na educação das crianças e dos jovens, mas também na educação e formação de adultos”. Isto para aumentar números que vieram a público através de estudo que aponta para que “apenas 1/3 de cerca de 3.000 pessoas que vivem no centro da cidade têm o ensino secundário ou mais”. Nesse sentido, “o Município tem tido um papel ativo e tem colaborado com as escolas” e, segundo julga Ricardo Figueiredo também irá continuar a ter com o próximo executivo municipal”.
Ainda antes de “se despedir”, o líder político enalteceu publicamente o trabalho da vereadora Dilma Nantes e do seu assessor Nelson Costa. Sim, porque “toda esta história (de sucesso educativo) teve um fio condutor” ao longo dos últimos mandatos.
Promovida pela autarquia de S. João da Madeira, a iniciativa, que já vai na sua 8.ª edição e este ano contabiliza 250 participantes inscritos, pretende discutir a educação contemporânea, suas complexidades e desafios para o século XXI. Mas também assinalar o arranque do novo ano letivo.

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