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Duas das novidades é o espetáculo de humor negro “Overdose de Tourette” e a “Peregrinação Humorística” pelas empresas sanjoanenses

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Gargalhão regressa a S. João

FOTO: Direitos Reservados
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Duas das novidades é o espetáculo de humor negro “Overdose de Tourette” e a “Peregrinação Humorística” pelas empresas sanjoanenses

O Gargalhão - Festival de Comédia de S. João (da Madeira) regressa de 15 a 18 de novembro à Sala dos Fornos da Oliva Creative Factory.
E não só. O primeiro dia de festival começa de forma diferente com uma “Peregrinação Humorística” pelas empresas sanjoanenses. O humorista, empresário e sanjoanense Pedro Neves decidiu “alargar os horizontes” na cidade do trabalho. E como? Ao levar o humor às fábricas que fazem parte do Turismo Industrial nesta terceira edição do Gargalhão. Um desafio em que o humor é rei e senhor e permitirá “medir de que forma terá impacto nos trabalhadores”, explicou Pedro Neves durante a apresentação do Gargalhão na Oliva Creative Factory.
O humorista sanjoanense quer contribuir para o aumento do “Índice de Felicidade Bruta” através deste festival de comédia porque “acredito que as pessoas motivadas geram valor acrescentado”.
O “Humor Industrial” será protagonizado por Paulo Baldaia, Joel Ricardo Santos, José Pedro e Joca Silva.
O segundo e o terceiro dias de festival têm um público muito difícil de impressionar que é todos alunos das escolas primárias sanjoanenses. O humorista João Seabra vai pelo segundo ano consecutivo visitar as escolas. A iniciativa de levar o humor às escolas foi “o momento alto” da segunda edição do Gargalhão, disse Pedro Neves, responsável pelo festival de comédia sanjoanense, o que assim sendo “jamais poderá deixar de existir”.
Uma outra novidade desta edição do Gargalhão é dedicar um dia do festival ao espetáculo de humor negro “Overdose de Tourette” que terá como protagonistas Rui Cruz, Paulo Almeida, Manuel Cardoso e Diogo Batáguas.
Como o humor negro agrada cada vez mais a um determinado público, mas também desagrada a um tanto outro, Pedro Neves decidiu dedicar um dos dias do festival ao humor negro e os dois seguintes ao humor generalista.
O Gargalhão que passa de dois para três dias de espetáculos e “se quer ser eclético e chegar a todo o tipo de público tem de haver uma noite de humor negro”, justificou Pedro Neves, lembrando que este género humorístico tem cada vez mais “fãs” que são sobretudo jovens.
A versatilidade do festival de comédia sanjoanense é, a seu ver, “mais um passo rumo ao sucesso”.
A primeira edição do Gargalhão foi só uma noite organizada por Pedro Neves e encheu o Pavilhão Desportivo da ADS, a segunda edição passou a ser dois dias, contou com o apoio da Câmara Municipal (CM) de S. João da Madeira (SJM) e encheu a Sala dos Fornos da Oliva Creative Factory.
O Gargalhão é “uma aposta ganha” e “tem-se tornado e afirmado como uma marca da cidade e da região”, reconheceu José Nuno Vieira, vereador da CM SJM, entidade que “quer contribuir, trabalhar em parceria e tentar fazer deste um grande momento e um grande sucesso”.

Estreia de humor no feminino com Sofia Bernardo
O Gargalhão começa “oficialmente” no dia 16 de novembro com o “Seabra vai à escola” e com o espetáculo de humor negro “Overdose de Tourette”.
O segundo dia, 17 de novembro, apresenta Carlos Moura que é pouco conhecido pelo facto de estar maioritariamente “atrás das câmaras”, Francisco Menezes que “dispensa apresentações” e Fernando Rocha que é nada mais nada menos do que “o melhor humorista em Portugal. Ele é garantia que temos casa cheia”, afirmou Pedro Neves.
O terceiro e último dia de Gargalhão conta com a estreia do humor no feminino com Sofia Bernardo, que é “uma querida amiga, belíssima comediante e extraordinária atriz que pouca gente conhece e que pode ser uma das surpresas humorísticas do nosso festival”, e Dário Guerreiro que tem “milhares de seguidores” e pertence a “uma nova geração de comediantes”, Miguel Sete Estacas numa “forma incrível” e Aldo Lima que é ator e especialista em stand up comedy “muito conhecido e com muito público”, revelou Pedro Neves que será o anfitrião do “Gargalhão”.

Bilhetes custam entre 7 e 10 euros
O Gargalhão terá um serviço de bar em que estará disponível a cerveja Alma (criada por João Seabra), o vinho Gargalhão, lançado na edição anterior, a ginjinha Gargalhão, a novidade deste ano, e entre outras coisas.
O bilhete do primeiro dia (16) custa sete euros e o bilhete de cada um dos dias seguintes (17 e 18) custa 10 euros.
Os bilhetes podem ser comprados desde esta semana na Bilheteira Online (www.bol.pt), na Casa da Criatividade, nos Paços da Cultura e no Núcleo de Arte da Oliva Creative Factory.
Na última edição do Gargalhão a bilheteira esgotou antes do festival começar. “Acho que poderá voltar a ser um sucesso”, confessou Pedro Neves, com a esperança de tornar S. João da Madeira - “cidade do trabalho e com qualidade de vida” - numa “cidade feliz”.

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