a informação essencial
Pub

Festival de Cinema Luso Brasileiro regressa à Feira

FOTO: Direitos Reservados
Partilha

O 20.º Festival de Cinema Luso Brasileiro regressa de 4 a 12 de dezembro ao auditório da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira.
O Festival de Cinema Luso-Brasileiro é “um espaço de confronto amigável entre duas cinematografias ligadas pela mesma língua” em que a programação, uma vez mais, “incorpora a constante aposta no cinema emergente em contraponto com autores consagrados, procurando assim expor o campo aberto de linguagens que faz mover o cinema atual”, segundo a organização.
A sessão de abertura conta com um filme sobre Elis Regina, um dos maiores ícones da música brasileira, de Hugo Prata. De acordo com a organização, “pelo meio há Vinícius de Moraes e Maria Bethânia”.
O Festival de Cinema Luso Brasileiro encerra com o documentário “Como me apaixonei por Eva Ras” do sanjoanense André Gil Mata.
O último momento é vivido com a exibição do filme Chico – Artista Brasileiro, uma viagem pelo universo pessoal e musical de um dos lendários artistas do Brasil, de Miguel Faria Júnior.
A competição oficial de longas metragens é constituída por seis filmes de cineastas emergentes com destaque sobre “A Serpente” de Jura Capela e “Borrasca” de Francisco Garcia. Já a competição de curtas metragens cruza realizadores com estreia na cidade feirense com outros tangíveis ao Festival de Cinema Luso Brasileiro. O destaque é a estreia mundial do filme “Cosme” de Luciano Scherer, “um cineasta revelação e premiadíssimo na anterior edição do festival”, salienta a organização ao labor.
O Festival de Cinema Luso Brasileiro elege Leon Hirszman como realizador em foco, sugere um olhar sobre a obra de Nelson Rodrigues e como é habitual e exibir quatro documentários, incluindo o filme póstumo do mais influente documentarista brasileiro Eduardo Coutinho.
A 20.ª edição “até pode parecer que este será um festival feito sob o signo da música, mas na verdade o foco está na vertente retrospetiva, que assinala os 20 anos de um ponto de encontro entre duas cinematografias que falam a mesma língua”, tal como evidenciou anteriormente a organização ao labor.
Assim sendo, “a secção vintage vai reunir um conjunto de filmes que de algum modo foram importantes no percurso do festival, resgatando autores e momentos de euforia cinélica”.

O labor está a oferecer bilhetes

A Festival de Cinema Luso Brasileiro volta a ter parceria com o labor que está a oferecer 10 bilhetes individuais para qualquer um dos dias. O nosso jornal oferecerá os bilhetes aos primeiros dez leitores a ligarem para a redação (256 200 602).

Comentários

Pub

Notícias relacionadas