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“Continua a verificar-se uma atenção desigual”

FOTO: Direitos Reservados
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A Comissão Coordenadora da CDU de S. João da Madeira visitou no domingo passado, dia 4 de fevereiro, o lugar da Quintã.
A passagem pela Travessa S. Francisco Xavier, um lugar em que “Aqui também S. João”, considerou a CDU, permitiu perceber que “continua a verificar-se uma atenção desigual. Conforme evidencia a fotografia, continua a haver espaços cuidados e há os que continuam a monte”.
“E mesmo os aspetos de segurança das pessoas não é tido na devida conta como evidencia a fotografia do muro de suporte de terras e que já tínhamos alertado para o seu estado de degradação”, reforçou a CDU em comunicado, deixando a questão: “Para quando um tratamento mais igual em todos os espaços públicos da cidade?”.

Água e lixo mais caros

A CDU manifesta preocupação sobre um eventual aumento dos custos no preço da água ao consumidor depois de ter sido de conhecimento público, através da comunicação social, de que aumento dos custos com o tratamento de águas residuais da ETAR de Salgueiro, cuja exploração se encontra entregue a uma empresa privada, segundo o comunicado.
A Câmara Municipal de S. João da Madeira “pratica preços altos, tendo em conta as suas especificidades: consumo elevado relativamente à área, captações próprias e rede de água concluída. A prova do elevado preço que os utentes pagam são as avultadas somas que o município e o acionista arrecadaram, desde que a empresa foi criada, em lucros e royalties (comissões sobre as vendas)”, destacou a CDU.
Esta força política reforça a preocupação com o aumento da recolha do lixo. “Devido a decisão da câmara, vamos passar a pagar mais caro, todos os meses, a recolha do lixo. Isto apesar de nos empenharmos em separar, cada vez mais, os resíduos para reciclar, diminuindo a quantidade de lixos a tratar em aterro”, indica a CDU, considerando que, “em nome da transparência, o município tem a obrigação de explicar a necessidade dos novos aumentos”.
A CDU salienta, ainda, o facto de a empresa municipal Águas de S. João continuar “de modo irregular sem orçamento para o ano em curso. É uma situação incompreensível que o executivo não explica”.

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