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“Não podemos parar”

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Os primeiros meses de mandato do Partido Socialista (PS) foram analisados pela Comissão Política Concelhia do CDS-PP.
Esta força política enquanto poder e oposição “sempre se preocupou” em “colocar S. João da Madeira como epicentro do EDV – Entre Douro e Vouga”, dando “primazia” a projetos “relevantes” como “a modernização da estrutura viária, criação de edificações (Pavilhão das Travessas, Museu do Chapéu, aquisição do imóvel hoje Casa da Criatividade), etc.”, indicou em comunicado enviado às redações.
Texto onde aproveita ainda para salientar que o CDS “dentro da coerência que o norteia foi o único partido na Assembleia da República a exigir o avanço do concurso do projeto da EN223 da ligação ao nó do concelho da Feira”.
O partido ao abrigo do estatuto da oposição vai pedir informação ao executivo PS sobre a obra da EN223, a ligação à A1 e a modernização do caminho de ferro do Vale do Vouga, nomeadamente se esteve reunido com a Refer e com a Infraestruturas de Portugal.
O CDS menciona, ainda, o concurso inserido no PEDU – Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de renovação da Praça Luís Ribeiro que continua parado. “Será que se vislumbra outra situação idêntica à que aconteceu à Piscina Municipal”, questiona em comunicado, continuando: “se não compreendemos a pressa em demolir a chaminé (homenagem à indústria sanjoanense), menos entendemos a demora no avanço da obra quando existem projetos e comparticipação comunitária”.
Para o CDS, “não podemos parar. S. João da Madeira mereceu as verbas comunitárias, daí que, obrigatoriamente, não devemos dar oportunidade de as perder. Só com atitudes de coragem e maior abertura e dinâmica por parte da nossa autarquia poderemos avançar no desenvolvimento, no crescimento e na modernização sustentável do concelho”.

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