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Breves da reunião de câmara

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Doação Em sede de executivo municipal foi aprovada ontem, por unanimidade, a aceitação da doação de 14 “novas” peças ao Museu da Indústria de Chapelaria tutelado pela câmara de S. João da Madeira. Em concreto, trata-se de cinco bonés militares e um bonnie, um chapéu de senhora de meados do século XX e ainda seis chapéus de senhora da década de 1950 e uma caixa de chapéus sem tampa, pertença de Alexandre Coelho, Paulo Rebocho e José Paulo da Fonseca, respetivamente.
O presidente da câmara agradeceu aos três doadores o “gesto altruísta”. Já Paulo Cavaleiro (coligação PSD/CDS-PP) sugeriu que lhes fosse oferecido algo como sinal de gratidão, assim como a todos os outros que vierem a fazer doações ao Município, sugestão que “foi vista com bons olhos” por Jorge Sequeira.

Eficiência energética No período de antes da ordem do dia (PAOD), Paulo Cavaleiro “apontou o dedo” à “resposta” que, por vezes, é dada pela EDP quando há lâmpadas fundidas. Esta “não é boa”, referiu o vereador da oposição, informando, a propósito, que “qualquer munícipe deve alertar a EDP para mudar as luminárias”.
O membro do executivo municipal lembrou ainda a proposta da coligação PSD/CDS-PP a propósito da eficiência energética, a qual, segundo o edil Jorge Sequeira, “não foi descurada” e virá a uma próxima reunião de câmara.

Contentores Paulo Cavaleiro felicitou a câmara por dar continuidade à campanha “Contentores de Natal”. Trata-se, na ótica do membro do executivo municipal ligado à oposição, de “uma boa iniciativa” já com alguns anos, que “tem um custo, é verdade”, mas que “é uma resposta a um problema”.
Jorge Sequeira referiu-se aos “Contentores de Natal” como “uma iniciativa meritória e diferenciadora”, que “é para continuar”. Segundo o autarca de S. João da Madeira, os ditos contentores destinados ao papel e cartão das prendas foram cedidos pela autarquia do Porto.

Deficiência Paulo Bacalhau voltou a fazer-se ouvir numa reunião de câmara, trazendo temas recorrentes, alguns remontando a anteriores mandatos. O munícipe falou, por exemplo, da necessidade de uma casa de banho para deficientes independente nos Paços da Cultura e de mais lugares de estacionamento, também para pessoas portadoras de deficiência, na cidade.

Programação A programação, ou melhor a falta de programação da Casa da Criatividade “veio à baila” nesta última reunião de câmara. Segundo Daniel Silva, “há pouca oferta cultural”, sendo que aquele equipamento municipal, no entender do munícipe, “tem todas as condições para gerar lucro”.
Em resposta, Jorge Sequeira referiu que, para já, está agendado um “Concerto de Ano Novo” (dia 20 de janeiro). O líder camarário ainda adiantou que “brevemente a globalidade do programa será lançada” e que “está a ser estudado um mecanismo” no sentido da fidelização de espetadores.

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