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Esclarecimento da empresa Rogério Leal & Filhos

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"Não somos responsáveis por quaisquer maus cheiros ou odores nauseabundos"

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Esclarecimento da empresa Rogério Leal & Filhos

"Não somos responsáveis por quaisquer maus cheiros ou odores nauseabundos, sendo questão que não nos diz respeito exceto no sentido em que também pretendemos a sua resolução", começa por dizer a Rogério Leal & Filhos, uma das empresas considerada como responsável pelo cheiro a "Casqueira", depois de contactada pelo labor.
"Temos assistido, ao longo dos últimos anos, à sucessiva veiculação de suspeições, e divulgação de alegados factos que nos associam a um problema pelo qual não somos, nem podemos sequer ser objetivamente responsáveis", continua a Rogério Leal & Filhos, considerando que "tornam-se graves tais suspeições e afirmações de factos que não correspondem à realidade, factos esses que, antes de serem afirmados, deveriam ser objeto de algum tratamento e investigação por parte dos seus autores e responsáveis, sob pena de retirar credibilidade às missões legítimas que se propõe alcançar".
A empresa começa por esclarecer que "em tempos dedicou-se à atividade de transformação de subprodutos animais, sendo repetidamente falada e noticiada sempre que algum odor desagradável se sentia", acrescentando que "durante os anos que laborou em tal atividade sempre cumpriu todas as regras legais aplicáveis à mesma".
A Rogério Leal & Filhos "já não se dedica à atividade de transformação de subprodutos animais desde abril de 2011". "Por esse facto inquestionável - não transforma subprodutos animais há mais de seis anos - não é, porque não possibilidade de ser, causadora de quaisquer odores nauseabundos" e "também não exerce quaisquer outras atividades suscetíveis de produzir tais odores nauseabundos", esclarece a empresa que "atualmente, nas suas instalações em Santo Estevão, Arrifana, SMF, dedica-se exclusivamente à indústria alimentar, produzindo produtos de qualidade reconhecida e de marcas reconhecidas e apreciadas".
A Rogério Leal & Filhos tem "todas as licenças necessárias a tal atividade, cumprindo todas a regras exigidas e com as melhores práticas aplicáveis" e "encontra-se atualmente em processo de modernização das suas instalações fabris", adiantou ao labor.
A "associação do nome da empresa a cheiros nauseabundos e em concreto ´odor de carne em putrefação/gorduroso/nauseabundo´ é algo que não pode acontecer em circunstância alguma, pois além de difamatório, revela uma total ignorância relativamente à questão, a qual merecia a obtenção de informações corretas e esclarecimentos prévios", frisa a Rogério Leal & Filhos, deixando bem claro que a empresa "não pode ser alvo de arremesso de políticas-partidárias, agendas pessoais ou partidárias, às quais somos totalmente alheios".
A Rogério Leal & Filhos considera "grave o que consta no projeto de resolução n. º973/XIII/2ª apresentado pelo partido ´Os Verdes´, agora aprovado por todos os partidos com assento parlamentar, pois faz uma referência expressa à nossa empresa não cuidando de procurar apurar a realidade dos factos". Já os outros projetos de resolução 978/XIII/2ª e 985/XIII/2ª apresentados pelo BE e CDS, respetivamente, "também mereceram a aprovação de todos os partidos, assim como a petição pública ´Cheiro a Casqueira Não! ´" e "lamentavelmente fazem referência a ´duas empresas´ de transformação de subprodutos, como se os factos tivessem ocorrido e continuassem a ocorrer, há mais de seis anos até ao presente". A empresa não compreende como é que "alguém responsável e que procure alcançar o bem estar público não se preocupe com o rigor do apuramento dos factos e da sua verificação prévia à sua divulgação e exposição". "Urge assim repor a verdade e evitar de futuro a divulgação de tais factos", termina a Rogério Leal & Filhos em declarações ao labor.
A empresa Luís Leal & Filhos também foi contactada sobre o assunto pelo nosso jornal, mas não prestou declarações até ao fecho da edição.

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