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Breves da Assembleia de Freguesia

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Incêndios A última sessão da Assembleia de Freguesia (AF) de S. João da Madeira começou com um minuto de silêncio em memória das vítimas dos incêndios que em junho último devastaram os concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos. Seguiu-se a aprovação, por unanimidade, de um voto de pesar dirigido aos presidentes de câmara dos três municípios atingidos pela calamidade. Com isto, a AF quis homenagear os que morreram, mas também os que continuam vivos e que agora precisam de refazer a vida com a ajuda de todos.

Reflexão “Peço mais, muito mais, a este órgão que governa a cidade”. A afirmação é de Ana Couto, uma freguesa que, no período destinado ao público, disse não se identificar “com a falta de cuidado, brio, indiferença” de quem gere os destinos políticos de S. João da Madeira.
“É tempo de resgatar a confiança perdida em quem votámos para nos governar” e de se fazer “uma reflexão sobre a nossa cidade”, acerca, por exemplo, da “qualidade do ar que respiramos”, “lixos”, “animais”, defendeu a sanjoanense, para quem S. João da Madeira “nunca esteve tão avançadamente parada”.

Suspensão A presidente Norlinda Lima informou que Tânia Cortez (CDU) voltou a solicitar à mesa da AF a suspensão de mandato, desta feita até ao próximo dia 30 de setembro, “por motivos profissionais”. Recorde-se que desde há algum tempo tem sido José Manuel Silva a ocupar o lugar da jovem comunista no órgão deliberativo.

Dívidas As dívidas à junta de freguesia (JF), quer da ADS (2.101 euros), quer da AEJ (1.928,09 euros), foram trazidas a público por José Manuel Silva. O membro da CDU questionou o executivo de Helena Couto se “são estes os valores ou há mais do que isto”.
Em resposta, a autarca local disse serem aqueles os montantes em débito, acrescentando ainda que “a dívida da ADS é anterior a esta junta”. Já no que diz respeito à AEJ há um protocolo assinado já com esta JF que não fui cumprido nem houve por parte da associação “qualquer interesse” “em resolver o problema”. E por isso, “avançou-se com um processo judicial”.
Informação escrita Para Pedro Gual, a “informação escrita da presidente da junta de freguesia” “é mais do mesmo”. Segundo o social-democrata, “nos últimos quatro anos não houve um projeto marcante”, “a não ser reprovar o projeto das piscinas novas”. E “o que a JF não consegue resolver é sempre culpa dos outros, nunca é por falta de iniciativa”, ironizou.

Horta Comunitária No passado dia 30 de junho, a Assembleia de Freguesia de S. João da Madeira aprovou por unanimidade o protocolo de gestão partilhada da Horta Comunitária da junta com o Centro Humanitário (CH) da Cruz Vermelha Portuguesa. Recorde-se que, tal como o labor noticiou oportunamente, trata-se do projeto vencedor do Orçamento Participativo 2015 da junta.
Situada nas instalações do CH sanjoanense e composta por 21 talhões de terra, a Horta Comunitária tem como principal fim a produção de produtos hortícolas para serem entregues às famílias carenciadas, apoiadas pelo CH ou por outras entidades de S. João da Madeira. No entanto, poderão ser desenvolvidas neste espaço também atividades pedagógicas, formativas, lúdicas, terapêuticas ou ocupacionais.

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