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“Programa eclético e audacioso” da 11.ª edição do Festival de Teatro de S. João da Madeira atraiu 5.300 espetadores

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Milhares foram ao teatro em S. João da Madeira

FOTO: Direitos Reservados
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“Programa eclético e audacioso” da 11.ª edição do Festival de Teatro de S. João da Madeira atraiu 5.300 espetadores

Tal como arrancou, a 11.ª edição do Festival de Teatro de S. João da Madeira (FTSJM) terminou com um nome grande do teatro português. Depois de Maria Rueff, coube à atriz Maria do Céu Guerra (com a peça de Moliére “Tartufo” levada à cena pelo grupo “A Barraca”) encerrar “com chave de ouro”, na passada sexta-feira, um programa “eclético e audacioso” que abordou “temas nem sempre fáceis de serem tratados”.
“Uns [temas] de sempre, outros de contemporaneidade, que os grupos souberam desenrolar no palco, por vezes de forma desconcertante, tocando no âmago dos espetadores”, contou ao labor Cristina Reis, uma das professoras responsáveis pelo Espaço Aberto do Agrupamento de Escolas Dr. Serafim Leite que, em conjunto com a câmara, organizou “mais uma intensa edição” do FTSJM. Em seu entender, “indiferença” foi então coisa que não houve nesta edição, tendo-se cumprindo novamente “o lema do Espaço Aberto e da parceria com a Câmara Municipal de S. João da Madeira: “Pelo Teatro acontece Educação”.
Aliás, por estas e por outras razões, o balanço que faz do último FTSJM é “francamente positivo”. “Desde a magnífica peça de abertura, com Maria Rueff em ‘António e Maria’, encenada por Miguel Seabra, uns dos nomes maiores da cena teatral portuguesa, que no  “foyer” do Festival de Teatro as conversas apontavam já o futuro, fruto do entusiasmo com que a cidade aguarda e vive este evento, pelo que poder-se-á registar que a próxima edição já bule nos grupos e nos sanjoanenses”, conforme adiantou.


5.300 Espetadores em duas semanas de Festival de Teatro
Em nome da organização, Cristina Reis afirmou que este Festival de Teatro “foi feito da exploração de locais de representação, sendo um desafio continuado renovadamente positivo na edição que teve lugar; da chegada da ‘segunda geração’ de atores, um apontamento que acrescentou novidade a realçar; da solicitação de grupos de várias partes do país para integrar o programa, uma nota que merece ‘luz incidente’, cuja resposta foi limitada graças ao contínuo aparecimento de grupos sanjoanenses que manifestam vontade” de participar”. Mais: o FTSJM de 2017 também se fez “da revelação e da exposição da faceta de ator/atriz por parte de tantos, tão diversificados como, por vezes, inesperados, que pisaram o palco, suscitando tantas emoções; da congregação de disponibilidades e de habilidades para manejar cenários, luzes, sons, tecidos, espumas, purpurinas, uma parafernália de matérias e de ferramentas digitais que dão existência às circunstâncias e às personagens”.
Destaque também para “a fidelizada” e constante presença de público sanjoanense e de fora do concelho, “sendo significativa, independentemente do local onde os grupos atuaram”. “Um aplauso para os 5.300 espetadores que acarinharam” o Festival de Teatro de S. João da Madeira, sublinhou Cristina Reis.

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