a informação essencial
Pub
Partilha

“Devia acabar a contratação de médicos através de empresas de trabalho temporário porque é uma exploração em pleno século XXI”, defende um médico do centro hospitalar

Tags

“Se continuar assim a classe médica não tem dignidade”

Partilha

“Devia acabar a contratação de médicos através de empresas de trabalho temporário porque é uma exploração em pleno século XXI”, defende um médico do centro hospitalar

A adesão à greve por parte de um médico ligado ao Serviço de Urgência do CHEDV não estava definida ainda que não esteja satisfeito com as condições de trabalho. “Não tenho bem a certeza porque temos de garantir os serviços mínimos na Urgência para atender todas as pessoas”, acreditando que o maior impacto será sentido nas consultas e cirurgias cujo adiamento “não põe em causa a vida das pessoas, apenas causa o descontentamento dos utentes”.
Este é um dos médicos que faz turno de 12 horas, mas que já chegou a realizar de 24 e até de 48 horas na Urgência.
O valor pago à hora de 22 euros para médicos não especialistas e 26 euros para médicos especialista, sem as devidas deduções, e a contratação de médicos através de empresas de trabalho temporário estão entre os desagrados deste profissional de saúde.
De acordo com este médico, “devia de acabar a contratação de médicos através de empresas de trabalho temporário porque é uma exploração em pleno século XXI. O Governo devia de entregar estas funções aos recursos humanos dos centros hospitalares. Não faz sentido existir um terceiro intermediário”. “Se continuar assim a classe médica não tem dignidade”, concluiu o médico ao labor.

Comentários

Pub

Notícias relacionadas