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Negócio do Centro Social de Fajões em vias de conclusão

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Não obstante a Santa Casa da Misericórdia (SCM) de S. João da Madeira já ter assumido a gestão do Centro Social Dr.ª Leonilda Aurora da Silva Matos - vulgo Centro Social de Fajões - a 1 de março passado, o negócio ainda não está definitivamente fechado.
Conforme o labor apurou junto da própria instituição sanjoanense, já foram, de facto, assinados “os acordos de cooperação com a Segurança Social e a escritura de compra-e-venda dos terrenos e do edifício com a massa falida”, mas “está ainda pendente uma diligência que é decisiva para o bom êxito deste processo” e que se prevê que esteja “ultrapassada até ao próximo dia 16 de março” ou talvez até antes.
Recorde-se que, tal como o jornal noticiou oportunamente, os Irmãos da SCM reunidos em assembleia-geral a 19 de janeiro último, aprovaram por unanimidade a aquisição onerosa do Centro Social Dr.ª Leonilda Aurora da Silva Matos por 1,2 milhões de euros, pagos a pronto aquando da escritura de compra do património da instituição particular de solidariedade social situada na Vila de Fajões (concelho de Oliveira de Azeméis) e da transmissão dos acordos de cooperação, “aceitando ainda todos os trabalhadores e mantendo em funcionamento todas as respostas sociais”.
Na altura, o Provedor José António Pais Vieira deixou claro que no entender da mesa administrativa que lidera “a aquisição do referido centro social é do maior interesse para a nossa Misericórdia e para S. João da Madeira”. Até porque, “com a nossa ação, vamos salvaguardar que 43 utentes continuem a ter um lar de idosos para residir, que outros 30 tenham centro de dia e que mais 35 idosos que vivem isolados mantenham o apoio domiciliário. Vamos salvaguardar que 40 crianças tenham infantário e que 63 trabalhadores mantenham os postos de trabalho e não sejam atirados para o desemprego”, justificou, acrescentando que é também propósito da SCM pôr a funcionar um lar residencial para 24 pessoas portadoras de deficiência e dois apartamentos de autonomização para 10 utentes, um “investimento superior a um milhão de euros e que está em risco de não iniciar a sua ação”.

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