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De 1 de janeiro a 30 de junho o SUB do Hospital de S. João da Madeira recebeu em média 109 utentes por dia

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Urgência atendeu 19.675 utentes em seis meses

FOTO: Direitos Reservados
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De 1 de janeiro a 30 de junho o SUB do Hospital de S. João da Madeira recebeu em média 109 utentes por dia

Desde que abriu portas, a 1 de janeiro, até ao passado dia 30 de junho, o Serviço de Urgência Básica (SUB) do Hospital de S. João da Madeira atendeu 19.675 utentes, como adiantou em exclusivo ao labor o Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga (CHEDV).
Na unidade hospitalar afeta ao CHEDV deu entrada uma média de 109 doentes por dia, com o maior número a ser proveniente precisamente da “cidade do labor” (6.566). Para além destes, houve também quem recorresse ao SUB vindo dos concelhos de Oliveira de Azeméis (5.901), Santa Maria da Feira (5.274), Vale de Cambra (645), Arouca (531) e Ovar (319).
Oriundos de Espinho e de Castelo de Paiva foram menos os pacientes, respetivamente, 33 e 32. E do resto do distrito de Aveiro 75. Ainda do distrito do Porto foram 104 e de outros distritos 86.
A somar a todos estes, há ainda 109 pessoas que foram recebidas no SUB, mas das quais não existe indicação do seu distrito de proveniência.

Obras no SUB a decorrer

Com início em maio último e um prazo de execução de cerca de dois meses e meio, as obras de requalificação do SUB encontram-se a decorrer “a bom ritmo”. Com base num projeto de arquitetura que custou perto de 10.000 euros, a empreitada está orçada em 190.000 euros (+ IVA) e será totalmente financiada por fundos próprios do hospital (CHEDV).
Em declarações ao nosso jornal, o CHEDV referiu que os trabalhos visam, em primeiro lugar, melhorar a área de entrada na Urgência, “que hoje não é funcional e carece de ser dimensionada” e, além disso, criar uma zona de espera para doentes e acompanhantes.
Pretende-se também “reconfigurar as duas atuais salas de observação terapêutica, para que estas possam fundir-se num único espaço, mais amplo, e assim facilitar a médicos e enfermeiros a monitorização dos doentes que aí estejam em tratamento”, acrescentou.

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