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Hospital tem “falta de zelo”

FOTO: Diana Familiar
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O Hospital de S. João da Madeira foi alvo de notícia na edição passada devido às obras atrasadas e aos maus acessos.
O Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga (CHEDV) respondeu tanto a um como a outro caso. Acerca dos acessos - passeios desnivelados e com paralelos soltos - disse, ao nosso jornal, que “o Hospital de S. João da Madeira é mantido com todo o zelo”, explicando: “é natural que, nesta fase em que decorrem várias obras em simultâneo, o que obriga a um movimento anormal de camiões e outros veículos a elas associados, haja uma utilização que desgasta mais os espaços”. Também assegurou na edição passada que “o Serviço de instalações e Equipamentos está atento a estas situações e, logo que todas as intervenções estejam concluídas, fará uma avaliação geral para corrigir aquilo que for necessário”.
A opinião e que o hospital sanjoanense é mantido com zelo não é unânime. Uma pessoa, que já esteve ligada à unidade hospitalar, apontou, em primeiro lugar, o passeio da entrada principal com várias pedras soltas e muitas folhas como um perigo para pessoas com pouca mobilidade, com cadeira de rodas e carros de bebés. Junto à porta da entrada principal indicou o caixote de lixo partido, uma caixa de plástico para recolher as beatas dos cigarros e as beatas existentes junto aos lugares de estacionamento, durante a visita que realizou pelo hospital com o labor.
O passeio junto ao armazém/aprovisionamento também tem várias pedras soltas e o estacionamento privado está sem báscula de proteção, o que permite o estacionamento de qualquer viatura, nomeadamente que não esteja relacionada com o hospital, indicou a fonte que já esteve ligada à unidade hospitalar.
As chamadas de atenção continuaram com o excesso de folhas nos jardins e pavimentos, folhas e lixo junto às sarjetas que poderão dificultar o escoamento de água e a sinalização das valências do hospital que a seu ver são insuficientes.
A zona do bosque no lado poente com mato e silvas, a zona de estacionamento por trás das Consultas Externas em terra batida e a zona de barracos por trás do Bar poderiam ser melhor tratadas, segundo a mesma fonte, acrescentando as árvores enormes que não são podadas há muitos anos.
De acordo com a mesma fonte, estas pequenas chamadas de atenção evidenciam a “falta de zelo” com que é tratado o Hospital de S. João da Madeira.

“Nunca se investiu tanto nas instalações”

O CHEDV trata “com zelo as instalações de todas as três unidades hospitalares que a integram”, afirmou ao labor.
“Aliás, o esforço de investimento que temos colocado ao serviço desse objetivo não tem paralelo na história do centro hospitalar, bastando referir que decorrem, neste momento, significativas obras de beneficiação simultâneas nas três unidades, com um investimento que atinge cerca de 700.000 euros, aos quais acrescentaremos cerca de 2.000.000 euros a partir do início de 2018, quando se iniciar o alargamento e beneficiação da Serviço de Urgência do Hospital de S. Sebastião”, adiantou. Por isso, “insistimos nesta ideia: nunca, desde que o centro hospitalar foi constituído em 2009, se investiu tanto na beneficiação e requalificação de instalações como agora”, frisou o CHEDV ao labor. 
“No caso da unidade de S. João da Madeira, ficou concluída no primeiro semestre a remodelação da enfermaria do Piso 3 e estão neste momento a decorrer três obras de beneficiação das instalações em simultâneo, com um investimento superior a 400.000 euros (serviço de urgência, edifício administrativo e morgue e capela mortuária)”, concluiu o CHEDV.

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