a informação essencial
Pub
Partilha

Candidato à liderança do PSD esteve reunido com militantes do distrito na Torre da Oliva

Tags

Rui Rio aponta baterias às Autárquicas 2021

FOTO: Direitos Reservados
Partilha

Candidato à liderança do PSD esteve reunido com militantes do distrito na Torre da Oliva

As eleições autárquicas de 2021 “têm de ser uma prioridade para o PSD” e os candidatos aos vários órgãos autárquicos devem ser construídos “ao longo do tempo”, que é como quem diz nos próximos quatro anos, saindo-se para a rua e falando com as pessoas para ver quem elas querem para as liderar.
Esta ideia foi deixada por Rui Rio no último domingo, ao final da tarde, na reunião que teve com militantes do distrito de Aveiro em S. João da Madeira - terra a que está particularmente ligado graças a Manuel Castro Almeida, ex-presidente da câmara e, igualmente, ex-deputado à Assembleia da República (AR), que deu “o primeiro passo” no sentido do alargamento da Área Metropolitana do Porto para que integrasse outros concelhos, inclusive o sanjoanense.

“Implantação de um partido não se mede pelo número de deputados”

Numa das salas da Torre da Oliva completamente cheia, o candidato à liderança do PSD, que, além de presidir ao partido, também quer vir a governar Portugal, defendeu que “a implantação de um partido não se mede pelo número de deputados [à AR, que no caso do PSD tem presentemente 89]”. Mas, sim, “ao nível das autarquias”, pelo seu número de presidentes de câmara e também de freguesias.
“E esse número de câmaras desde 2005 tem vindo sistematicamente a cair: em 2005 eram 157, em 2009 passaram para 139, em 2013 baixaram para 106 e em 2017 para 98”, chamou a atenção Rui Rio, acrescentando, no entanto, que “98 ainda é um número muito grande, ainda temos uma grande implantação, por isso, é que isto é reversível”. “Mas se não assumirmos que isto tem vindo em queda e que temos de fazer alguma coisa de 98 não vamos para 99, vamos mais depressa para 97, vamos continuar a cair”, avisou.
“São estas pessoas todas, que estão nas freguesias, nas assembleias municipais, nas câmaras, que em primeiro lugar são o PSD”, deixou claro.
Em S. João da Madeira, o concorrente de Pedro Santana Lopes à presidência do PSD “puxou” do seu lema de campanha dizendo que “é hora de agir”. Caso contrário - conforme argumentou - “ou desaparecemos, ou enfraquecemos de tal maneira que não estamos em condições de disputar a liderança de um governo”.
“Precisamos que o PSD volte a ter a pujança que sempre teve”, exortou na sequência, acrescentando que é mesmo “hora de virar isto ao contrário”. Uma “viragem” que, na sua ótica, passa por “abrir o PSD à sociedade” e por “pôr os portugueses cá dentro [do partido] a participarem e não apenas a observarem”.

Comentários

Pub

Notícias relacionadas