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Centro Comercial 8.ª Avenida desvaloriza queixas assegurando que “incidentes” não põem “em causa” “ambiente de segurança que se vive”

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Lojistas queixam-se de “falta de segurança”

FOTO: Diana Familiar
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Centro Comercial 8.ª Avenida desvaloriza queixas assegurando que “incidentes” não põem “em causa” “ambiente de segurança que se vive”

Preferem manter o anonimato, com medo de eventuais represálias, mas isso não os impediu de falar com o labor a propósito do “sentimento de insegurança” que dizem ter desde há um tempo a esta parte. Ao jornal, alguns lojistas e funcionários do Centro Comercial 8.ª Avenida, em S. João da Madeira, queixaram-se de “falta de segurança”.
Segundo contaram ao labor, têm sido várias as lojas, sobretudo de roupa, alvos de furtos e, mesmo fora delas, o ambiente tornou-se bastante “pesado” com a frequência de alguns jovens ditos “suspeitos”, contrastando com outrora quando o shopping era ponto de encontro de “velhinhos simpáticos”.
Também de acordo com o que os queixosos relataram à nossa reportagem, a Polícia de Segurança Pública (PSP) sanjoanense chegou a ser chamada ao local - informação que, apesar de inúmeras tentativas de contacto, o labor não conseguiu confirmar antes do fecho da presente edição.

Shopping recebe cerca de seis milhões de visitas por ano
Em declarações ao semanário, a diretora do Centro Comercial 8.ª Avenida começou por deixar claro que o shopping sanjoanense, “[assim] como todos os centros comerciais em funcionamento, sempre teve presença de vigilância privada”. Aliás, conforme adiantou Ana Pinto, “a abertura de novas lojas nos últimos meses levou a um significativo aumento de tráfego ao centro comercial (incremento de 12% de janeiro a outubro, relativo a igual período do ano passado)” e, por conseguinte, “à necessidade de ajustamento da equipa de vigilância para poder dar apoio apropriado aos clientes”.
A responsável diretiva confirmou ao labor que “recentemente foram registados alguns episódios isolados de furtos que ocorreram em algumas lojas, em que as autoridades foram chamadas a intervir”. Mas tal - como esclareceu - não colocou “em causa o ambiente de segurança que se vive” no 8.ª Avenida.
Ainda a propósito, Ana Pinto assegurou que a equipa de vigilância “atua de forma preventiva e em articulação com os lojistas e com as autoridades policiais de forma a zelar pela segurança e bem-estar de todos os que trabalham no 8.ª Avenida e/ou que o visitam”. “Para além disso - continuou com os esclarecimentos - o centro comercial conta ainda com um circuito interno de videovigilância (CCTV) que cobre o interior das instalações”.
“O ambiente no Centro Comercial 8ª Avenida é calmo, com um número de incidentes reduzido, sendo um local aprazível que conta com cerca de seis milhões de visitas/ano”, rematou a diretora do 8.ª Avenida.
 

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