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Agrupamento de Escolas João da Silva Correia foi o que teve maior número de estabelecimentos de ensino fechados

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Greve encerrou oito escolas no concelho

FOTO: Arquivo Labor
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Agrupamento de Escolas João da Silva Correia foi o que teve maior número de estabelecimentos de ensino fechados

Foi a terceira greve nacional dos trabalhadores da Administração Pública com o atual Governo e a primeira convocada pela Frente Comum aquela que, na passada sexta-feira, teve lugar em Portugal e cuja adesão foi “muito elevada”, segundo declarações da coordenadora Ana Avoila dadas à agência Lusa no próprio dia.
Na origem esteve a falta de respostas às reivindicações da Frente Comum, como o aumento dos salários na função pública, o descongelamento imediato das progressões na carreira e as 35 horas semanais para todos os trabalhadores. E a esta “mega paralisação” também se associou a greve promovida pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof) em defesa dos direitos, das carreiras, da estabilidade e dos salários.
Em S. João da Madeira também os efeitos da cessação coletiva e voluntária do trabalho se fizeram sentir, com o setor da educação a ser o mais afetado. No concelho, de acordo com informações conseguidas junto dos três agrupamentos de escolas (AE) sanjoanenses, houve escolas que encerraram. Casos da Escola Básica e Secundária (EBS) Dr. Serafim Leite (AE Dr. Serafim Leite), das escolas do Espadanal e dos Ribeiros (AE Oliveira Júnior) e das escolas Conde Dias Garcia, Parrinho, Fontainhas, EB2,3 e Escola Secundária João da Silva Correia (AE João da Silva Correia).
Além disso, uma outra funcionou “a meio gás”, concretamente a EBS Oliveira Júnior onde só houve aulas para o 2.º ciclo e o 12.º ano.

Setores da saúde e justiça “dentro da normalidade”

No Centro de Saúde de S. João da Madeira, “o trabalho decorreu dentro da normalidade, com o registo de uma única falta de um profissional médico”, adiantou ao labor o seu diretor.executivo. De qualquer modo, segundo Miguel Portela, “ainda será avaliado se o motivo foi greve ou outra razão qualquer”, porque legalmente “existem cinco dias úteis para justificar a ausência ao serviço”.
Pelo mesmo motivo legal, não foi possível saber números definitivos relativamente à unidade hospitalar sanjoanense. No entanto, fonte do Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga (CHEDV) referiu ao nosso semanário que a nível geral fizeram greve 3% dos médicos, 17% dos enfermeiros, 6% dos técnicos de diagnóstico, 46% dos técnicos superiores de saúde e 52% dos restantes funcionários (auxiliares de saúde, administrativos, etc.) que trabalham nos três hospitais que compõem o CHEDV.
Quanto ao Tribunal, também funcionou normalmente. “Aqui decorreu tudo dentro da normalidade”, não tendo havido cancelamentos ou adiamentos, garantiu uma funcionária ao jornal.
Já ao nível das autarquias locais, a junta de freguesia, quando questionada pelo labor sobre o assunto, informou que “nenhum funcionário fez greve e que os serviços funcionaram normalmente”.
Quanto à câmara municipal, “a adesão à greve dos trabalhadores do Município foi de cerca 5%”.

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