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“O PSD apresenta um candidato fraco” que “não teve até agora o apoio público expresso de nenhum dos vereadores com quem trabalhou nos últimos anos, do presidente da câmara ainda em exercício nem do presidente da assembleia municipal”, disse Pedro Nuno Santos ao labor

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“Jorge Sequeira é a pessoa certa para recuperar a centralidade de S. João da Madeira”

FOTO: Diana Familiar
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“O PSD apresenta um candidato fraco” que “não teve até agora o apoio público expresso de nenhum dos vereadores com quem trabalhou nos últimos anos, do presidente da câmara ainda em exercício nem do presidente da assembleia municipal”, disse Pedro Nuno Santos ao labor

Por que é que aceitou ser o mandatário da candidatura de Jorge Sequeira?
Sinto que a cidade precisa de um presidente de câmara à altura e o Partido Socialista apresenta um candidato qualificado, com uma vivíssima inteligência, com mundo, sério e que de facto pode proporcionar o caminho de progresso que S. João da Madeira precisa. S. João da Madeira já teve uma centralidade que foi perdendo ao longo dos anos e que precisa de recuperar. Jorge Sequeira é a pessoa certa para conseguir recuperar a centralidade de S. João da Madeira.

O que acha do principal adversário Paulo Cavaleiro pela coligação PSD/CDS?
O PSD apresenta um candidato fraco ao fim de ter tido dois presidentes de câmara. É uma candidatura contra o atual presidente de câmara. Aliás, o atual candidato à câmara pelo PSD não teve até agora o apoio público expresso de nenhum dos vereadores com quem trabalhou nos últimos anos, do presidente da câmara ainda em exercício nem do presidente da assembleia municipal. É muito difícil estar a pedir o apoio e a confiança aos sanjoanenses quando nem aqueles que trabalharam com ele nos últimos quatro anos o estão a dar, pelo menos de forma pública e expressa.

E do Jorge Sequeira?
O Jorge Sequeira é alguém que, para além de ter estado muito ligado à cidade, foi diretor dos bombeiros, é presidente da assembleia geral da ACAIS, presidente do conselho fiscal dos Ecos Urbanos. Portanto, fortemente ligado à vida da cidade. Para além de 16 anos membro da assembleia municipal. É também um advogado muito respeitado, muito conceituado no Porto. Tem uma carreira profissional privada, mas também uma carreira de entrega à cidade muito importante que o certificam como um bom candidato.

O que espera da disputa destas eleições?
Basicamente, temos uma escolha entre dois candidatos. Um candidato de qualidade inferior em relação aos candidatos que o PSD normalmente apresentava e um candidato do Partido Socialista de capacidade reconhecida e de grande ligação à cidade.
A sensação que temos neste momento é de que há uma mudança a chegar a S. João da Madeira. E S. João da Madeira não a vai desperdiçar. Foi publicada uma sondagem no final do mês de julho que dava a vitória ao PSD com 10 pontos de diferença. Entretanto, foi pedida uma sondagem pelo Partido Socialista à Eurosondagem que dá neste momento um empate. A sondagem vai ser publicada a breve prazo no site da ERC. O que isto nos mostra é que há de facto uma progressão muito acentuada à medida que as pessoas vão conhecendo Jorge Sequeira. S. João da Madeira merece um presidente qualificado com visão de futuro.

O que indicam os resultados da sondagem?
Dão um empate entre estes candidatos. O que quer dizer que está tudo em aberto, mas há uma progressão muito forte, uma subida muito acentuada do candidato do PS. Isso significa e comprova aquilo que estava a dizer, que a população à medida que vai conhecendo Jorge Sequeira vai sentido confiança. Portanto, julgo que este percurso terminará com uma vitória do PS e com uma mudança. Finalmente o Partido Socialista a governar a cidade ao fim de quase 40 anos.
Uma mudança que a cidade de S. João da Madeira não vai perder. Nós temos direito a ter a ambição de voltar a ter a centralidade na região que sempre tivemos, mas estamos a perder desde há uns anos para cá. E é com um candidato como o Jorge Sequeira que podemos voltar a recuperar a centralidade que S. João da Madeira já teve no passado.

O que poderá ter levado a esse crescimento acentuado da candidatura socialista?
Julgo que apesar de o Jorge Sequeira ter estado ligado a importantes coletividades da cidade, como os bombeiros ou a ACAIS ou a Ecos Urbanos, não tinha um nível de notoriedade que hoje já tem. Esse nível, essa proximidade com as pessoas, a possibilidade de as pessoas conhecerem de facto o Jorge Sequeira, tem proporcionado este aumento de confiança junto da população. Acho que o segredo é quanto maior for a possibilidade de os sanjoanenses poderem contactar com o Jorge maior será a sua vantagem.

O PS será melhor à frente da câmara de S. João da Madeira?
A vários níveis. S. João da Madeira é uma cidade empreendedora, uma cidade industrial. A verdade é que não tem tido a capacidade de atrair novos investimentos relevantes para a sua cidade. Há esta aposta no dinamismo económico de S. João da Madeira na criação de condições para a atração e fixação de emprego que é determinante. A outro nível temos uma cidade infraestruturada a nível dos equipamentos desportivos e culturais, mas não temos uma programação cultural à altura da cidade, mas sim muito casuística e de fraca qualidade. A nível dos equipamentos desportivos temos os mesmos equipamentos que têm sofrido ao longo de muitos anos uma degradação acentuada como é o caso do Pavilhão das Travessas e que não tem sido cuidado. Uma cidade exige a requalificação dos seus equipamentos. Depois há um outro dossier em debate na cidade há muito tempo, é importante que tenhamos consciência do seguinte: Jorge Sequeira sempre foi a favor da construção de um novo complexo de piscinas. Não há aqui incoerência nenhuma. No momento em que se discutia a construção de novas piscinas em S. João da Madeira, o Jorge Sequeira sempre esteve na linha da frente. Óbvio que essa é uma necessidade premente da cidade que está no quadro das prioridades do Jorge Sequeira.

Qual a mensagem do PS Aveiro para a cidade?
O Partido Socialista apresenta um candidato qualificado, competente e com visão de futuro para cidade. Em contraposição há um candidato que é apresentado contra o presidente de câmara do PSD. Não é candidato porque entrou em rutura com o seu próprio partido que lhe tentou impor uma lista. Ele (Paulo Cavaleiro) não tem o apoio público expresso de quem trabalhou com ele de quem o conhece melhor. Isto é um sinal muito relevante para todos os sanjoanenses porque está a ser pedida confiança aos sanjoanenses que o presidente de câmara ainda em exercício não dá ao candidato do PSD.
Nós precisamos que a cidade de S. João da Madeira se projete e não o contrário. Embora tenha sido feito um trabalho importante, a cidade perdeu a centralidade que teve no passado. Isso é inquestionável. O Partido Socialista apresenta hoje um candidato que permite ganhar a confiança dos eleitores para podermos ganhar e voltarmos a ter a melhor cidade para viver e para trabalhar.

Como seria ganhar a câmara em SJM?
Uma grande alegria porque o Partido Socialista não governa S. João da Madeira desde 1979. Ela foi sempre governada pelo PSD e CDS de forma contínua e era uma grande alegria ver uma cidade que normalmente até vota PS poder também ter uma câmara municipal do Partido Socialista. Nós estamos a fazer um grande trabalho no país e temos hoje a confiança da maioria da população portuguesa no quadro nacional. Gostávamos também de ter um governo de jeito na cidade. Julgo que temos em 2017 essa grande oportunidade que é a de que a mudança chegue a S. João da Madeira.

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