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“É com uma grande satisfação e sensação de dever cumprido que vimos a nossa sugestão ser ouvida, valorizada e praticada”, declarou Ana Francisca Cunha, porta-voz do CEI, ao labor

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As primeiras propostas já em execução

FOTO: diana familiar
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“É com uma grande satisfação e sensação de dever cumprido que vimos a nossa sugestão ser ouvida, valorizada e praticada”, declarou Ana Francisca Cunha, porta-voz do CEI, ao labor

A Câmara Municipal de S. João da Madeira está a construir uma passadeira sobrelevada junto ao Centro de Educação Integral (CEI).
Uma obra que visa “melhorar a segurança dos peões que têm de fazer atravessamentos da via junto ao CEI, nomeadamente os alunos desse estabelecimento de ensino”, informou a autarquia, destacando o facto de esta medida dar “resposta a uma situação que também já havia sido suscitada no âmbito da Assembleia Municipal Jovem (AMJ) de S. João da Madeira”.
Uma necessidade apontada por Ana Francisca Cunha, porta-voz da bancada do CEI na AMJ, mas “não criámos expectativas para o caso de a proposta ser adiada ou recusada”, disse a própria ao labor.
“Por volta do início do terceiro período, portanto em meados de abril, começámos a ver movimentações, máquinas, homens ao trabalho, entre outras coisas. Percebemos logo que a passadeira estava a ser construída”. Tendo sido com “enorme agrado que vimos esta passadeira ganhar forma, foi com um gosto diferente, e muito bom, confesso, já que, para além da passadeira que precisávamos estar a ser construída, estava também uma das nossas sugestões à câmara a realizar-se”, disse Ana Francisca Cunha.
Desta forma, os alunos viram “um pedido que foi atendido, uma vontade que nos foi satisfeita e de uma forma bastante rápida e eficaz devo dizer, já que não demorou mais de um mês para que a proposta se pusesse em prática”, afirmou a porta-voz do CEI ao labor.
Por essa razão “foi e é com uma grande satisfação e sensação de dever cumprido que vimos a nossa sugestão ser ouvida, valorizada e praticada, algo pelo que estamos muito gratos e o que nos deixa também com uma vontade enorme de continuar o trabalho, de continuar a participar, a sugerir, a opinar, e assim melhorar a nossa cidade”, declarou Ana Francisca Cunha.

“É um caminho por onde passam centenas de alunos diariamente”

Uma outra intervenção em curso diz respeito à resolução de “um persistente problema de derrame de águas residuais que vem afetando há vários anos um percurso pedonal de acesso à Escola Oliveira Júnior”, deu a conhecer a autarquia, dando nota de este assunto também ter sido mencionado por um aluno na AMJ.
A câmara municipal, através da empresa Águas de S. João, realizou, quinta-feira passada, “uma sondagem às tubagens da zona para identificar a origem do problema” que “permitiram identificar como causa provável da situação a existência de um coletor partido”, acrescentou a autarquia.
O aluno Rúben Pinho, porta-voz da Escola Oliveira Júnior, foi quem mencionou o assunto na sessão da AMJ.
A “atuação” e “preocupação” depositadas na resolução deste problema foram “boas” porque “é um caminho por onde passam centenas de alunos diariamente”, reagiu Rúben Pinho ao labor.
Doravante, “não temos de estar a levar com dejetos e maus odores” neste caminho que “estava a precisar de uma solução”, revelou o porta-voz da Oliveira Júnior.
A resolução do problema acabou por ser “bastante rápida” e “uma boa atitude para o nosso bem-estar”, concluiu Rúben Pinho ao labor.

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