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Governo abre 100 novas salas de pré-escolar

FOTO: Direitos Reservados
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De passagem pela “cidade do trabalho” no passado dia 27, o ministro da Educação apresentou-se aos sanjoanenses não só em defesa da candidatura socialista às eleições autárquicas, mas também do “Serviço Nacional de Educação”. Este, na ótica de Tiago Brandão Rodrigues, “tem de ser universal, gratuito, absolutamente transparente, legível naquilo que mede, orçamentalmente rigoroso”. Além disso, “tem de ser territorialmente presente”, “socialmente inclusivo”, “aberto à comunidade”, bem como “valorizar os seus profissionais” e “ter equidade no sucesso”.
Assim sendo, e “para que a escola pública possa verdadeiramente ser o tal elevador social”, “a universalização progressiva da educação é fundamental”, defendeu o governamental. Tanto que, neste novo ano letivo, o Governo vai abrir 100 novas salas de pré-escolar. Isto “para que em todo o país as nossas crianças possam ter educação pré-escolar logo a partir dos três anos de idade”, esclareceu Tiago Brandão Rodrigues.

Livros gratuitos para “todas as crianças do 1.º ciclo”

Falando de escolaridade obrigatória, o representante da tutela disse que estão “a trabalhar para estender a gratuidade, associada a uma reutilização, dos manuais escolares”. E, por isso, já em 2017/2018 “todas as crianças do 1.º ciclo” vão ter livros gratuitos.
A aposta no novo Programa Qualifica, direcionado para a qualificação e formação de adultos; a redução do número de alunos por turma, para já em 20% das escolas (localizadas em territórios educativos de intervenção prioritária); a continuidade do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar; a valorização e a não secundarização do ensino profissional e o investimento no edificado da escola pública fazem parte, de igual modo, da agenda de trabalho do Ministério da Educação.
De acordo com o membro do Governo, haverá ainda “diálogo constante” com os professores para que “a valorização e a desprecarização [da classe docente] verdadeiramente aconteça, conseguindo, este ano, que 3.000 novos docentes integrem os quadros do Ministério da Educação”.
Tiago Brandão Rodrigues ainda chamou a atenção para o “papel das autarquias”, que “será ainda mais fundamental” no futuro. Aliás, “é entendimento deste Governo poder alargar a descentralização administrativa, que não é uma municipalização, também com as câmaras municipais”.

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