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Dois testemunhos de sucesso de alunas que, através da Escola Inglesa, partiram à aventura de ir estudar para o estrangeiro…

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E por que não ir estudar para Inglaterra?

FOTO: Direitos Reservados
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Dois testemunhos de sucesso de alunas que, através da Escola Inglesa, partiram à aventura de ir estudar para o estrangeiro…

“Depois do primeiro ano em Gloucestershire, posso dizer que dizer “sim” a este desafio, foi uma decisão muito acertada. Sempre quis estudar em Inglaterra e este ano correspondeu às minhas expetativas. Com tudo o que aprendi e com as diferentes culturas que conheci aprendi muito e levo todas as lições que me foram dadas para o resto da minha vida tanto profissional como pessoal. “

Maria Miguel, 17 anos

“Já lá vão quase três anos desde que me deixei levar pelo meu sentido de aventura e me atirei de cabeça à oportunidade de estudar no estrangeiro. Em dezembro de 2013, foi apresentada na Escola Inglesa a possibilidade de continuar os estudos numa universidade de Inglaterra - Gloucestershire College em Cheltenham. Desde logo fiquei com imensa curiosidade. Com o apoio da minha mãe, fomos obtendo informações e respostas às tantas perguntas, apercebendo-nos assim que tudo estava efetivamente muito bem organizado e que seria uma ótima experiência para mim. Tinha 17 anos na altura. Deixar a família, os amigos, e a nossa área de conforto pode parecer aterrador, mas a recompensa é superior a todos os sacrifícios. Admito que inicialmente tive uma adaptação difícil, mas posso agora relembrar os meus dois anos em Inglaterra com muito carinho e um coração cheio. O colégio tem uma equipa direcionada aos alunos internacionais que esteve sempre disponível para mim e que aquietou todas as minhas preocupações do momento. Tive também a sorte de viver com uma família que me acolheu como se fosse um deles. Privei com pessoas de todo o mundo e fiz amizades que espero preservar. Foi uma oportunidade única, que mudou a minha vida para melhor. O meu percurso académico ficou marcado pela experiência cultural e pelo natural desenvolvimento da língua que acabou por me conduzir onde estou hoje. Dar o primeiro passo, sair de casa, do nosso país, é a parte mais difícil. Depois ganha-se o bichinho e o difícil é estagnar de novo. De momento encontro-me a estudar no sul de Espanha com previsões de uma nova aventura para outro canto do mundo num futuro próximo. Com isto, queria apenas apaziguar quaisquer apreensões a este assunto. Quem tem o suporte económico e emocional dos pais para se aventurar, não devia de maneira alguma rejeitar um novo cenário apenas por acomodação à atual confortável rotina.

Inês Cardoso Barreira, 20 anos

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