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“Tentamos cativá-los pela diferença, pela parte experimental, visual e de muitas vezes da ciência que se torna magia e ilusão”, explicou Joana Carvalho, professora de ciências que integra o projeto desde a primeira edição

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Cientistas de palmo e meio visitaram a Feira da Ciência

FOTO: Direitos Reservados
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“Tentamos cativá-los pela diferença, pela parte experimental, visual e de muitas vezes da ciência que se torna magia e ilusão”, explicou Joana Carvalho, professora de ciências que integra o projeto desde a primeira edição

A 11.ª edição da Feira da Ciência realizou-se de 6 a 17 de março no Museu da Chapelaria.
A Câmara Municipal (CM) de S. João da Madeira (SJM) promove a Feira da Ciência que está ligada ao projeto Pequenos Cientistas Sanjoanenses que leva a ciência ao longo do ano letivo aos alunos do pré-escolar e do 1.º ciclo.
A Feira da Ciência apresentou atividades pedagógicas sempre ligadas à ciência a cerca de 2.000 crianças das escolas sanjoanenses.
Um dos dias da Feira da Ciência, 11 de março, foi aberto às famílias e comunidade em geral. O evento também recebeu a visita de alguns elementos do executivo da câmara sanjoanense no dia 16 de março.
“É muito divertido e é muito gratificante ver que estes alunos estão a adquirir o seu gosto pelas ciências e também pela nutrição”, começou por dizer Ricardo Figueiredo, presidente da CM de SJM, destacando o papel importante dos quatro professores de ciências e de uma nutricionista na Feira da Ciência que é “um investimento de longo prazo, de futuro e geracional”.
O principal intuito deste investimento é que “estes alunos se divirtam a estudar a física, a química e a matemática”, admitiu Ricardo Figueiredo, considerando que desta maneira “desmistificamos questões que se prendem com o estudo das ciências”.
A realização da 11.ª edição da Feira da Ciência é “um orgulho porque estou cá desde a primeira e sinto que levo isto quase como um filho. Tenho sentido realmente que muitas das crianças e, principalmente, muitas das colegas dizem que o projeto dos Pequenos Cientistas já faz parte do ensino do Município de S. João da Madeira”, afirmou Joana Carvalho, professora de ciências, à comunicação social.
Os projetos Pequenos Cientistas Sanjoanenses e Feira da Ciência são uma ferramenta de ensino que “ajuda e coadjuva imenso nesta arte e nesta capacidade do ensinar as ciências experimentais", para a qual "nem sempre há tempo ao nível do horário letivo para se conseguir dar”, assumiu Joana Carvalho.
Uma das provas do sucesso dos Pequenos Cientistas Sanjoanenses é que “somos muito bem aguardadas, estão sempre ansiosos pela nossa vinda à escola e sentimos que fazemos a diferença na parte do ensino e na capacidade de eles conseguirem aprender através deste tipo de experiência”, assumiu a professora de ciências.
A área das ciências continua a cativar as crianças e jovens, mas “há sempre alunos mais aptos para uma determinada corrente científica, outros nem tanto. Sinto que no geral temos sempre a atração porque tentamos cativá-los pela diferença, pela parte experimental, visual e de muitas vezes da ciência que se torna magia e ilusão”, explicou Joana Carvalho.
A professora de ciências confessou ainda que é “mais fácil cativá-los nestas idades e incutir neles uma motivação futura para seguirem a área científica”, comprovando que “alguns alunos que estão no 12.º ano e seguiram sempre a área das ciências por causa do projeto dos Pequenos Cientistas Sanjoanenses”.

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