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Empresa ainda não terá decidido se a deslocalização será parcial ou total

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Molaflex vai transferir produção para a Feira

FOTO: Arquivo labor
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Empresa ainda não terá decidido se a deslocalização será parcial ou total

A empresa Molaflex vai transferir as unidades de produção de S. João da Madeira e de Porriño, Galiza, para o Lusopark, área de acolhimento empresarial na envolvente do Europarque, em Santa Maria da Feira até ao fim do ano.
O Jornal de Negócios avançou com a informação de mudança da empresa sanjoanense até ao fim deste ano ou no início do próximo.
O diretor da Molaflex, Vítor Marinheiro, disse ao jornal especializado em economia, que a construção de uma nova unidade fabril visa “aumentar a capacidade produtiva”. A transferência da Molaflex também foi confirmada por Emídio Sousa, Presidente da Câmara de Santa Maria da Feira, durante uma conversa com a comunicação social, onde indicou o início das obras da nova unidade fabril já no próximo mês, segundo a Agência Lusa.
A Molaflex tem 300 trabalhadores em S. João da Madeira, produz cerca de 300 mil colchões por ano e tem um volume de faturação de 30 milhões de euros.
O novo investimento rondará os 13 milhões de euros e empregará 300 pessoas, havendo a hipótese de criação de mais postos de trabalho.
A empresa sanjoanense não confirmou nem desmentiu as informações vindas a público recentemente, escusando, para já, a prestação de qualquer tipo de declaração, apurou o labor.
A Câmara Municipal de S. João da Madeira tem “mantido contacto com a empresa a propósito da questão que veio a público. A empresa de facto projeta ampliar as suas instalações e firmou a intenção de comprar um terreno com uma área três vezes superior em Santa Maria da Feira, comparando com o terreno onde está atualmente instalada em S. João da Madeira, em 2017”, adiantou o presidente Jorge Sequeira ao labor.
A Molaflex está a “elaborar um estudo com vista a projetar a ampliação”, mas “não está definido neste momento o perfil final do projeto sobre se será uma deslocalização parcial ou total”, revelou o autarca sanjoanense.
De acordo com fonte ligada ao processo, a empresa sanjoanense andará à procura de um terreno para a ampliação das suas instalações desde 2008, mas não encontrou uma área de acordo com o pretendido em S. João da Madeira.
A empresa Molaflex nasceu em 1951 com a família de Rui Moreira, presidente da Câmara Municipal do Porto, em S. João da Madeira. Esta viria a ser vendida em 1988 à Faurecia que lhe deu o mesmo destino, um ano depois, acabando por ser adquirida pelo grupo Flex.

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