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Um acontecimento representativo de que “em S. João da Madeira pode-se sonhar. Isto é uma terra para sonhadores. Temos de fazer uma terra para sonhadores”, sublinhou Álvaro Gouveia.

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As pessoas, as máquinas e a Revolução Industrial

FOTO: Diana Familiar
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Um acontecimento representativo de que “em S. João da Madeira pode-se sonhar. Isto é uma terra para sonhadores. Temos de fazer uma terra para sonhadores”, sublinhou Álvaro Gouveia.

“Os Fabricantes” entraram em cena no dia 26 de abril, pelas 21h30, com a missão de trabalhar o e no chão da empresa CEI - Companhia de Equipamentos Industriais. A bilheteira esgotou para ver o grupo teatro AceiTe, desta empresa sanjoanense, constituído por colaboradores, fornecedores e pessoas da comunidade.
A peça de teatro, encenada por António Mortágua, com o lema “as máquinas vão para os clientes e as pessoas ficam” deu a conhecer a confiança dos trabalhadores numa 4.ª Revolução Industrial inclusiva e amiga das pessoas.
Quando “Os Fabricantes” terminou, a sensação foi de “alívio” por ter acontecido, por terem conseguido e por terem transmitido a sua mensagem a uma plateia cheia. Mas “somos suspeitos, não é? Nós estamos apaixonados por isto. Estamos satisfeitos, sinto as pessoas satisfeitas, cumprimos a nossa missão”, disse Álvaro Gouveia, um dos sócios da CEI, à comunicação social.
Como as peças de teatro anteriores tinham sido numa divisão específica da empresa e, desta vez, arriscaram atuar literalmente no chão onde se passa dia após dia toda a ação, o risco valeu a pena. “Está-se a confirmar mais adesão”, confirmou o empresário.
Além disso, a empresa começou a ser vista de uma outra forma pelos próprios colaboradores. “Foi uma descoberta. Passo aqui a minha vida. Descobri a empresa de outra maneira. Vi pessoas a olharem para isto de outra maneira...a fazer música com pontes, nunca tinha imaginado que isso era possível, isto é importante para abrir as pessoas, as pessoas saberem comunicar, saberem olhar, olhar e ver outras coisas a que não estão habituadas. Isso é muito importante”, descreveu Álvaro Gouveia.
Para quem o teatro revelou-se “uma coisa que transforma. Eu não sabia o que era, não fazia a mais pequena ideia do que era, raramente ia ao teatro. Todos que entram no teatro ficam apaixonados. É inacreditável”. Na ótica do empresário, uma sensação que para se ter “só passando por isto...a tensão que temos de estarmos aqui perante o público é tão grande que o grau de satisfação é idêntico. Não há muita coisa na vida em que a gente possa ter esta sensação extrema”.
“Os Fabricantes” representa, “acima de tudo, construir um trabalho como equipa. O teatro está muito atual, vai muito ao encontro das competências para a 4.ª Revolução Industrial que é a colaboração, a criatividade, a confiança que temos de ter um no outro, construir soluções novas, olhar para as coisas de maneira diferente”, considerou o empresário sanjoanense.
A peça de teatro começou a ser trabalhada “à séria” em janeiro deste ano. A mensagem era muito simples: “trabalhar” o e no “chão de fábrica”, recordou Álvaro Gouveia sobre este desafio que teve aceitação imediata de António Mortágua. Para ele próprio foi “uma estreia” e um projeto “muito enriquecedor” porque “nunca teve a oportunidade para fazer uma coisa destas”, contou o empresário.
Um acontecimento representativo de que “em S. João da Madeira pode-se sonhar. Isto é uma terra para sonhadores. Temos de fazer uma terra para sonhadores”, sublinhou Álvaro Gouveia.

“Os Fabricantes” regressa hoje ao chão da empresa

A peça de teatro “Os Fabricantes” regressa hoje, dia 3 de maio, pelas 21h30, ao chão da empresa CEI.
Entre os presentes estarão a sanjoanense Ana Lehmann, secretária de Estado da Indústria, Jorge Sequeira, presidente da câmara, Helena Couto e Clara Reis, presidentes da Junta de Freguesia e da Assembleia Municipal, todos os vereadores executivos e não executivos, vários deputados à Assembleia Municipal, João Almeida e Susana Lamas, deputados do PSD e CDS à Assembleia da República, e Margarida Belém, presidente da câmara de Arouca.




Programa do Festival de Teatro


“O campo e a cidade”: Os Boinas - 4 maio, 18h00, Paços da Cultura

“Mais respeito que sou tua mãe”: Joaquim Monchique e outros atores - 5 maio, 22h00, Casa da Criatividade


Bilhetes custam 2,5 euros
Os bilhetes das peças de teatro amador custam 2,5 euros. Já custo do espetáculo “Mais respeito que sou tua mãe” varia entre os cinco e os 8,5 euros.
Os bilhetes estão à venda na bilheteira online (http://cmsjm.bol.pt/), Casa da Criatividade (www.casadacriatividade.com), Paços da Cultura, lojas FNAC, CTT, Centro Comercial 8ª Avenida (Worten), El Corte Inglês, Pousadas da Juventude, linha 24h de reservas e informações 1820 do MEO e os Quiosques Serveasy (novos locais). 

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