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Taça Fundação Inatel – Grupo A

ADRAV, 1
Manhôce, 2

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ADRAV entra na nova época a perder

FOTO: Direitos Reservados
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Taça Fundação Inatel – Grupo A

ADRAV, 1
Manhôce, 2

Jogo no centro de Formação desportiva, em S. João da Madeira.
ADRAV: Tiago Tavares, Rúben, Cadete, Miguel, Renato (Ricardo Pinho, 70’), Tiago Santos, Bola (Pedro Nuno, 65’), André Yorda, Joel, Hugo Barraca.
Suplentes: Miguel, Bruno, Pedro Nuno, Ricardo Pinho.
Treinador: Carlitos.

Arrancou, no último sábado, mais uma Taça Fundação Inatel, competição que apresenta algumas melhorias relativamente à época passada, sendo que uma delas passa pela prova ser disputada a uma só mão e a eliminar.
Com uma ADRAV muito condicionada no que diz respeito a opções, a equipa local entrou no jogo ansiosa e nervosa, não conseguindo tomar conta das rédeas do jogo. Já do lado contrário a formação forasteira não jogava muito melhor, mas conseguiu chegar ao intervalo a vencer por duas bolas, fruto de dois lances de bola parada. O primeiro através de uma grande penalidade indiscutível, mas desnecessária, já que Tiago Santos se precipitou na abordagem ao lance. Já o segundo golo veio pouco depois e foi o resultado de uma perda de bola por Joel em zona proibida, que na tentativa de recuperação acabou por fazer falta. Na cobrança do castigo os forasteiros beneficiaram do falhanço do guardião da ADRAV, que ao afastar a bola acabou por coloca-la nos pés do homem do Manhôce, que só teve que empurrar para o fundo das redes.
No regresso dos balneários os locais vieram dispostos a dar a volta ao resultado e cedo se percebeu que a segunda parte iria ser de sentido único. Com uma boa circulação de bola e mudanças constantes de flanco, a ADRAV chegava com perigo à baliza dos visitantes, mas o golo tardava em aparecer, muito por mérito do guardião forasteiro, mas também pelo desacerto dos locais.
Aos 65 minutos Carlitos colocou em jogo Pedro Nuno e a partir dai o domínio da ADRAV foi total. Foram várias as vezes que o homem da casa chegou à linha de fundo e tentou o cruzamento, mas os colegas estavam com a pontaria desafinada.
Quem não facilitou foi mesmo Pedro Nuno, que a cerca de 10 minutos do final colocou o marcador na margem mínima com um potente golpe de cabeça.
Com poucos minutos para jogar a ADRAV continuava a acreditar, mas viu Hugo Barraca falhar aquilo que parecia ser um golo certo.
No último lance do jogo aconteceu algo inesperado. Na marcação de um canto a bola fica perdida na pequena área e quando Miguel se prepara para chutar é claramente puxado pelas costas. O fiscal de linha levanta de imediato a bandeira, mas o juiz da partida optou por dar por terminado o encontro.
Pelo que fez na segunda parte a ADRAV merecia, pelo menos, um empate, mas sai penalizada pela falta de atitude ao dar 40 minutos de avanço ao adversário.
Na próxima semana a ADRAV desloca-se à vila de Arrifana para defrontar a equipa dos Arrifanenses.

Cadete foi a figura do jogo

Após algumas épocas nos distritais, Cadete voltou a vestir a camisola da ADRAV demonstrando as capacidades que lhe são reconhecidas. O experiente central esteve em bom plano tanto na defesa como no ataque, e quando já estava completamente esgotado foi buscar forças para avançar no terreno, tentando evitar a derrota da ADRAV.

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