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Concerto com sala cheia na Casa da Criatividade

FOTO: Paulo Coimbra
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II Estágio de Orquestra de Sopros

O concerto de encerramento do II Estágio de Orquestra de Sopros, organizado pela Academia de Música com o apoio da Câmara Municipal de S. João da Madeira, esgotou a bilheteira levando a uma sala cheia no dia 29 de março, pelas 18h30, na Casa da Criatividade.
O estágio com a duração de quatro dias foi frequentado por 62 alunos, dos quais 30 da Academia de Música de S. João da Madeira e 32 de escolas, bandas e conservatórios de Arouca, Cantanhede, Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis, Paços de Brandão, Branca, Castelo de Paiva, Espinho, Vila de Cucujães e Carregosa.
Entre os alunos estiveram alguns que participaram no I Estágio de Orquestra de Sopros em 2017.
O II Estágio de Orquestra de Sopros contou, pela primeira vez, com a participação de 42 dos cerca de 80 elementos do Coro da Academia de Música sanjoanense.
A dirigir os alunos e o estágio esteve pelo segundo ano consecutivo o maestro Fernando Marinho.
“As diferenças primordiais prendem-se a nível de programa que é totalmente diferente”, destacou o maestro ao labor.
A primeira é a participação do Coro da Academia de Música com a “interpretação de duas obras belíssimas - diria cinematográficas - porque na realidade são duas bandas sonoras. Uma delas baseada na trilogia do Senhor dos Anéis e a outra num documentário que está a fazer um grande sucesso, Sueños de Sal, de um compositor bastante entusiasta da música e da música pela orquestra de sopros que se chama Oscar Navarro”, explicou Fernando Marinho.
A segunda é a participação de “muitos” alunos do primeiro estágio, o que é “uma realização poder ver a sua evolução”, indicou o maestro ao labor. Por último, a terceira diferença reside na “mensagem global” do programa que “nesta altura pascal que vivemos deixa-nos mais contemplativos e pensativos sobre a vida”, salientou Fernando Marinho.

“A música é uma arte viva. Nunca sabemos o que vai acontecer”

O concerto de encerramento esgotou a bilheteira e a sala da Casa da Criatividade. Algo que não aconteceu no concerto de encerramento do primeiro estágio da Orquestra de Sopros. “O que para um concerto num dia de semana com as comemorações da Páscoa e com trabalho, às 18h30, é excelente”, afirmou José Resende, sobre este concerto que, a seu ver, “correu muito bem, teve muita qualidade. Muito bom”.
Uma opinião que vai ao encontro da de Fernando Marinho. “O concerto foi muito agradável, a preparação foi mais agressiva, mas o programa funcionou muito bem para o espaço”. Posto isto, o balanço final só podia ser “muito positivo” com uma aceitação, um passar de mensagem e uma interação “muito agradável” entre a Orquestra de Sopros, o Coro da Academia de Música e o público, admitiu o maestro ao labor.
A realização de um III Estágio de Orquestra de Sopros fica em aberto tanto por José Resende como por Fernando Marinho.
Para José Resende, este projeto atingiu uma dimensão ao nível da região e da região centro, dando azo para a sua expansão ao nível nacional. Já Fernando Marinho considera que “a música é uma arte viva. Nunca sabemos o que vai acontecer”.

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