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Projeto da Ecos Urbanos tem lotação esgotada desde a sua primeira sessão

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Patrícia Pereira e a sua concertina surpreenderam em “Bichos do Mato”

FOTO: Direitos Reservados
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Projeto da Ecos Urbanos tem lotação esgotada desde a sua primeira sessão

O “Bichos do Mato” é um projeto um tanto ou quanto intrigante, a começar pelo próprio nome, da Associação de Jovens Ecos Urbanos.
A ideia é levar atividades de cariz cultural à casa de alguém em S. João da Madeira.
O que à partida parecia ser complicado - levar pessoas a casa de alguém que não conhecem, arranjar alguém disposto a abrir as portas de sua casa a pessoas que não conhece, desafiar artistas a tocar em casa de alguém e para outros tantos alguéns - revelou-se simples. Se calhar o que é preciso mesmo é deixarmos de “Bichos do Mato” - tendo em conta o simbolismo da expressão - e arriscarmos ser “Bichos do Mato”, uma expressão que através deste projeto, atrevemo-nos a dizer, ganhou um significado completamente diferente.
A convidada da sexta sessão foi Patrícia Pereira, sanjoanense, que toca concertina desde os 18 anos. Esta “experiência nova” “correu muito bem”, declarou Patrícia Pereira, antecipando que quer ser espectadora do próximo “Bichos do Mato”.
A profissão de Patrícia Pereira é de artista a tempo inteiro, ou melhor, pelas suas palavras “música de todo o terreno e de todos os tipos de palco”. A concertina é instrumento associado à música popular, mas nas mãos de Patrícia Pereira a música é outra com influência clássica, folk, danças tradicionais europeias e com “muita influência” francesa, revelou a artista ao labor.
De uma forma geral, todos os presentes assumiram que este concerto com base apenas num instrumento, a concertina, “causava estranheza”, mas veio a revelar-se “absolutamente surpreendente e toda a gente adorou”, afirmou Rita Pereira, presidente da Associação de Jovens Ecos Urbanos, ao labor.
Se dúvidas existiam desde a primeira hora, entenda-se sessão, sobre o vingar ou não deste projeto, desde a primeira sessão que se dissiparam. E porquê? Desde a primeira sessão que “temos tido lotação esgotada”, revelou Rita Pereira, considerando que isto “mostra por si só que é um sucesso”.
Neste momento, o projeto já tem “Bichos do Mato” assíduos e ganha sempre novos “Bichos Mato” a cada sessão, onde as pessoas se conhecem, criam amizade e partilham histórias.
Há pessoas de S. João da Madeira e de concelhos limítrofes que “querem a expansão do projeto”, adiantou a presidente da Ecos Urbanos, salientando que este é um “projeto intergeracional” que tem juntado pessoas “desde os dois até aos 50 e tal anos”.
Os “Bichos do Mato” já contaram com a presença de Miguel Lestre, de Sardinha Também é Peixe (André Barbosa), do Grupo Dança Criativa Ecos Urbanos orientado por Helena Oliveira, de João Ferreira e de Patrícia Lestre.

Mais “Bichos do Mato” a 17 de março

Quem quiser viver a experiência proporcionada pelo projeto “Bichos do Mato” pode já reservar um espaço na sua agenda, mais precisamente no dia 17 de março. Mais próximo da data será revelado o convidado, mas o local, como sempre, só é revelado momentos antes aos “Bichos do Mato”.

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