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Noite de apresentação do documentário ficará para a história do atleta Fábio Silva e da modalidade strongman no país

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Casa cheia na estreia de “Força Lusitana”

FOTO: Diana Familiar
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Noite de apresentação do documentário ficará para a história do atleta Fábio Silva e da modalidade strongman no país

Se Portugal tivesse um “Arnold Schwarzenegger” bem que poderia ser Fábio Silva. O jovem de S. João da Madeira que em outubro do ano passado se sagrou o “homem mais forte do país” é agora o “protagonista” de “Força Lusitana: a história de Fábio Silva” - documentário que retrata a sua vida enquanto atleta de strongman e que foi apresentado em Oliveira de Azeméis no sábado transato.
A ideia partiu de Sérgio Martins, “depois de saber da participação do Fábio numa prova internacional”. Com “Força Lusitana”, o realizador quis dar a conhecer Fábio Silva e a modalidade que este pratica de “corpo e alma”. Isto, mesmo vivendo numa cidade e num país “onde o futebol é desporto e o resto é paisagem”.
De outubro de 2016 a outubro de 2017, período de preparação para a participação de Fábio Silva na PowerExpo Sports and Fitness Weekend Portugal (Maia) onde alcançou o título absoluto, foram “mais de 40 horas” de filmagens. E destas resultaram “uma hora e 59 minutos, sensivelmente”, de documentário, composto por duas partes e que inclui testemunhos do “ator principal”, mas também da família, namorada, amigos, patrocinadores e Nuno Araújo, este último considerado o “pai do strongman” em Portugal.
Foi o resultado de um ano de trabalho, em que os dois foram como que a “sombra” um do outro, que Sérgio Martins e Fábio Silva apresentaram no espaço O Cinema, numa noite de casa praticamente cheia e de ambiente descontraído e bem-humorado.

Documentário custou cerca de 3.000 euros
Em declarações exclusivas ao labor, Sérgio Martins adiantou que “estiveram 140 pessoas presentes com bilhetes”, para além de “alguns convidados”. Mas “vendemos mais bilhetes do que esse número, pois algumas pessoas quiseram colaborar mesmo já sabendo que não iam poder estar presentes”, fez questão de esclarecer ao jornal, acrescentando que “a essas pessoas fica aqui (mais um) agradecimento e a garantia que terão acesso ao documentário de outra forma”.
Balanço feito, “em termos de receita foi espetacular porque a sala pagou-se a ela própria, o que era o nosso grande objetivo”. Além disso, tal como já se tinham comprometido publicamente, parte da receita vai ser aplicada na compra de “material desportivo” para o Centro de Acolhimento Temporário da Santa Casa da Misericórdia de S. João da Madeira.
Ainda a propósito de contas, entre despesas de deslocação, tempo, material e sala para a apresentação, o custo de “Força Lusitana” andará “perto dos 3.000 euros”, sendo que, tirando a sala que “acabou por se pagar a ela própria, o resto do investimento está por recuperar”.
“Os patrocinadores do Fábio comprometeram-se a apoiar, mas ainda não fixamos nada. Mas, dinheiro à parte, quer a Gigante, quer o São João Health Club nos ajudaram muito na logística e nos deram muita confiança para avançar, o que também é muito importante”, sublinhou Sérgio Martins ao labor.

Sérgio Martins quer “crescer como realizador”
Sérgio Martins não é realizador “a tempo inteiro”, mas quer continuar a crescer nesta área, em que, além de “Força Lusitana: a história de Fábio Silva”, é também autor da web série documental “[Sobre]Viver por conta própria” e d “O Tardo”.
Voltando à “Força Lusitana”, “o meu objetivo é levá-lo o mais longe possível. Pensámos em apresentar o trabalho e mediante o feedback ver o que íamos fazer a seguir”, afirmou, completando que “há ideias de divulgação do trabalho através de DVD”.
O seu futuro como realizador poderá passar ainda por continuar a acompanhar Fábio Silva, quem sabe, numa carreira internacional.

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