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Este último fim de semana, estudantes do ISVOUGA participaram numa recolha alimentar a favor do Centro Humanitário da Cruz Vermelha Portuguesa

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Mais de 5.000 alimentos recolhidos em “praxe solidária”

FOTO: Direitos Reservados
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Este último fim de semana, estudantes do ISVOUGA participaram numa recolha alimentar a favor do Centro Humanitário da Cruz Vermelha Portuguesa

Mais de 5.000 alimentos recolhidos (enlatados diversos, leite, cereais, papas para bebé, etc.) e mais de 65 voluntários, 34 dos quais alunos do ISVOUGA - Instituto Superior de Entre Douro e Vouga, em duas superfícies comerciais. Estes números resumem o período de 27 a 29 de outubro em que a instituição de ensino de Santa Maria da Feira participou numa recolha alimentar a favor do Centro Humanitário de S. João da Madeira (CHSJM) da Cruz Vermelha Portuguesa no âmbito da “Missão Continente” - instrumento de intervenção comunitária, em várias áreas, ligado à marca “Continente”.
Não foi a primeira vez que o CHSJM se associou a esta ação promovida pela Cruz Vermelha Portuguesa em parceria com a “Missão Continente”. Até porque esta “parceria com o Continente já vem desde há muito”, seguramente “há mais de 10 anos”, conforme esclareceu Joana Correia. Mas a participação do ISVOUGA, através da sua Associação Académica, foi inédita.
Em declarações ao labor, a diretora do CHSJM disse que “o centro humanitário foi contactado pela associação de estudantes do ISVOUGA, [posto isso] reunimos com a direção que nos expôs esta disponibilidade para ajudar”. Resultado: ao longo dos três dias da Missão Continente, caloiros e “doutores” foram, de facto, “uma enorme ajuda” e “todos desempenharam o seu papel de forma exemplar, simpática e responsável”, afirmou a responsável diretiva ao nosso semanário.
“Ficámos muito felizes com esta abordagem, pois mostra que estamos a passar uma imagem sólida e séria e também de muito trabalho desenvolvido”, referiu Joana Correia, para quem esta “praxe solidária” levada a cabo pela Associação Académica do ISVOUGA é também “uma ideia muito gira de desmistificar o sentido negativo de praxe”.
Relativamente aos bens alimentares angariados nos dois “Continentes” da cidade sanjoanense - Centro Comercial 8.ª Avenida e do recém-inaugurado “Bom Dia”, na Rua Oliveira Júnior) - vão ser entregues às famílias carenciadas beneficiárias do apoio do Centro Humanitário de S. João da Madeira.
Desta vez, em comparação com a última organização do género, “foram menos os alimentos recolhidos, o que poderá ter-se devido à altura do mês, ao próprio estado do tempo que leva as pessoas a afastarem-se de espaços fechados, entre outras razões. No entanto, “o objetivo de ultrapassar os 5.000 alimentos foi conseguido, que é o que enche a nossa despensa”, contou ao labor.
Nota ainda para o facto de a colaboração existente entre o CHSJM e o ISVOUGA não se limitar à praxe solidária do passado fim de semana. Por exemplo, o Centro Humanitário de S. João da Madeira tem vindo a receber estagiários provenientes precisamente do estabelecimento de ensino feirense.

Associação Académica com “veia solidária”

“Correu muito bem”, disse ao labor o presidente da Associação Académica do ISVOUGA - Instituto Superior de Entre Douro e Vouga a propósito da “praxe solidária” que levaram a cabo em S. João da Madeira.
Em declarações exclusivas ao nosso jornal, Alexandre Ferreira referiu-se à participação dos estudantes nesta recolha alimentar como “uma iniciativa que cabe a toda a gente”. “Não podemos ficar indiferentes ao que se passa à nossa volta e no país”, afirmou falando de situações de “pobreza” e, por exemplo, dos “incêndios” que têm “devastado” Portugal e que têm deixado populações sem absolutamente nada a não ser a própria vida.
Não foi a primeira vez que a Associação Académica do ISVOUGA, a que o jovem sanjoanense preside, “arregaçou as mangas” por causas sociais. Até porque têm vindo a ajudar localmente, em Santa Maria da Feira, “algumas famílias” e até os “bombeiros” voluntários. Mas foi a primeira vez que intervieram além-fronteiras concelhias e no âmbito da “Missão Continente”.
Alexandre Ferreira admitiu “não estar à espera de [os caloiros e os “doutores” que os acompanharam] serem tão sensíveis a esta causa”. Razão pela qual, através do labor, faz-lhes agora um agradecimento público, assim como à direção do ISVOUGA, que tem estado “sempre disponível” para colaborar com a Associação Académica.
Na sua ótica, tanto esta “praxe solidária” como outras ações do género são a prova viva que “o ISVOUGA não é só estudo nem festas académicas”.

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