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Acredito, como referiu Aristóteles (384 a.C.-322 a.C), que “a liberdade é a capacidade de decidir-se a si mesmo para um determinado agir ou sua omissão”. Assim, liberdade é o princípio de escolha entre alternativas possíveis, concretizando-se como decisão e ato voluntário.
Acredito, igualmente, no protagonizado pelo fundador do racionalismo moderno, o filósofo René Descartes (1596-1650) que associa a liberdade ao conceito de livre-arbítrio. A liberdade será, então, o ato de saber avaliar bem e racionalmente todas as alternativas disponíveis antes de tomar uma decisão.
Esses foram (e continuam a ser!), sem dúvida, alguns dos meus lemas de vida, num percurso construído por mim, na base do trabalho, do rigor, do empenho, da ética, do amor às causas públicas e do privilégio do bem comum (necessariamente maior do que a soma das partes).
Assim, quando em conversa informal e amena um Homem (Jorge Vultos Sequeira) confidencia os seus sonhos, fala dos seus objetivos, confessa o amor que, sinto, ser igual ao que eu tenho por esta cidade de S. João da Madeira; quando nessa conversa se cruzam, em estreita sintonia, vontades e sinergias; quando se afiançam projetos, se delineiam rumos de construção de ideais comuns… Acontece o acreditar. Há o compromisso.
Foi o que aconteceu quando conheci, pessoalmente, Jorge Vultos Sequeira.
O convite que me foi formulado, para fazer parte da sua equipa candidata às próximas eleições autárquicas, mereceu, inicialmente, prudência e ponderação: assumida e convictamente apoiei o atual presidente da câmara municipal, integrando as listas do mesmo enquanto elemento independente e apoiado pelo Partido Social Democrata. Fi-lo de independente para independente, por duas vezes (2013 e 2016), acreditando na Pessoa e nos seus firmes propósitos. Gesto altruísta que experimentei, também, quando nomeada pelo governo do Partido Socialista para assumir o cargo de Presidente da Comissão Administrativa Provisória de um dos maiores agrupamentos de escolas da cidade, em 2008. Embora em contextos diferenciados, fui, em ambas as situações, movida pela força maior do voluntariado e do cumprimento de um dever cívico.
Jorge Vultos Sequeira, frontal e convictamente, fez-me acreditar, em crescendo, na possibilidade da firme construção de um projeto sólido e com substância para S. João da Madeira. O meu sentido de cidadania, de contributo para o crescimento da cidade que eu acolhi e que me acolheu há mais de trinta anos sobrepôs-se. No final do processo existiu, assim, a anuência e o comprometimento.
De olhar direto, Jorge Vultos Sequeira associa a humildade à vontade férrea de querer o melhor para a Cidade de S. João. Despretensioso e de discurso despojado de alegações a terceiros ou de maldizeres, traz no olhar os sonhos, nas palavras as convicções, nos gestos a força de um carácter que se manifesta pela capacidade de saber ouvir, de saber estar e de entender o outro. Revela-se, na sua singularidade, o privilégio pela diferença, fazendo desta uma complementaridade dele próprio – Homem com inteligência, visão abrangente e assertivamente positiva, capaz de fazer crescer S. João da Madeira. Em ajustada lembrança, recordo Jean Paul Sartre (1905-1980): “quando alguma vez a vontade e a liberdade irrompem numa alma humana, os deuses deixam de poder seja o que for contra esse Homem”.
Jorge Vultos Sequeira é, por isso, o candidato que EU DECIDI APOIAR, acreditando que nele existe a capacidade de trabalho, de rigor, de visão estratégica, de discernimento e de entrega à NOBRE CAUSA PÚBLICA que quero, convictamente, com ele e com a sua equipa, partilhar.

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