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Peças únicas feitas maioritariamente com materiais "dados" pela natureza

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“Da Terra à Indústria” na Torre da Oliva

FOTO: Diana Familiar
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Peças únicas feitas maioritariamente com materiais "dados" pela natureza

A exposição “Da Terra à Indústria” de Armando Castro foi inaugurada no dia 18 de abril, pelas 18h00, na Torre da Oliva.
Armando Castro tem 75 anos, é natural e residente na Vila de Cucujães, trabalhou na Oliva e depois na área do calçado.
A veia artística despertou depois de uma visita ao Museu do Caramulo e não parou mais.
As principais influências são a indústria e os seus materiais são todos “dados” pela natureza.
A primeira peça foi feita há cerca de 40 anos e já conta com mais de 70 peças construídas com cartão reciclado, cortiça, peles, folhas de eucalipto, pinhas, troncos de árvores, bolotas, sementes, entre muitos outros materiais.
A exposição apresenta barcos, um pagode chinês, aviões, sapatos, chapéus, carros, charretes, coches, bicicletas e tem de visitar para ver e saber muito mais sobre estas peças que “recordam o passado”, disse Armando Castro ao labor.
A criação de cada uma destas peças “não é um gosto, é uma paixão”, corrigiu imediatamente o autodidata, considerando “cada uma delas como um sonho da minha vida”.
O artista Armando Castro distingue-se pelas suas peças, como é claro, mas também pelo facto de as construir apenas e só por paixão, não tendo intenção de vender nenhuma delas.
A exposição “Da Terra à Indústria” deixou Armando Castro cheio de “orgulho” e espera que “as pessoas gostem das minhas peças que são feitas com o coração”, confessou ao labor.
A exposição está patente até ao dia 14 de maio na Torre da Oliva.

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