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Passadeira à distância curta é perigosa

FOTO: Artur Nunes
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Por certo não corro o risco se disser que é raro o mês que não venha nos jornais locais uma narração (exposição escrita) de um ou mais atropelamentos numa das nossas passadeiras. E posso mesmo garantir que nem todos os acidentes por atropelamento têm, por falta de informação, o mesmo tratamento jornalístico, com os jornais a não darem notícia.
Com ou sem informação, não será por isso que não se deva chamar a atenção para os pontos negros (passadeiras) das nossas ruas e avenidas, neste caso na Av. Dr. Renato Araújo, a escassos metros da rotunda (conhecida rotunda dos chapeleiros) e na curva por quem circula pela Rua João de Deus. 0 ponto negro (passadeira) está parcialmente encoberto por um equipamento urbano de publicidade (ver foto), daí a falta de visibilidade a pedir urgente intervenção (trata-se da segurança, peão e automóvel) dos serviços camarários de S. João da Madeira, assim como atenção a dar à excessiva velocidade de aproximação dos automobilistas à dita passadeira, para quem o peão é um "acessório urbano".
São vários os alertas, pois o caso é visível e tecnicamente elementar, e fácil de resolver, a custo baixo. Mais ainda por se tratar de uma avenida referenciada por vários acidentes de atropelamento. Entendo que a resolução da passadeira tem um só caminho. Passa muito simplesmente por mudar o equipamento urbano de publicidade no sentido inverso na circulação automóvel, ou seja, de Norte para Sul.
A passadeira é de visibilidade reduzida, em curva fechada e, por não estar à distância regulamentar, julgo que em caso de acidente não se pode sacar só responsabilidade aos automobilistas.
Vamos lá resolver o problema, que é grave!!!

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