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Por uma cidade melhor

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Não queria voltar ao assunto, mas têm-se-me dirigido alguns leitores chamando a atenção para o facto de sentirem a cidade menos cuidada, pelos descuidos nos pontos de recolha de resíduos sólidos, - ou lixo, como é de todos conhecido - e pela incivilizada “praga” dos artistas de "grafites" que têm por hábito ensaiarem, até por vaidade, de porem a sua assinatura de gatafunhos nas paredes, equipamentos públicos . Tudo isto dá ao ambiente urbano uma forte imagem suja por negligência.
Sobre os "pontos e ecopontos" de recolha dos lixos, incluindo vidros, plástico e papel, há uma responsabilidade acrescida, pelo modo mais desleixado como alguns utentes se desembaraçam dos resíduos produzidos no seu canto caseiro. É uma questão de civismo, não menos uma questão educacional e respeito pelo coletivo que é a cidade de que fazemos parte.
Diria mesmo que cada um é o espelho do modo como vê e se relaciona com os outros. A cidade é o espaço coletivo de todos. E todos sentimo-la se sentirmos respeito e orgulho nos nossos próprios hábitos e comportamentos. Se a cidade não está como deveria estar, limpa, asseada, em progresso ambiental, é porque há cidadãos que esquecem os seus dever e postura de cidadania, mostrando nos comportamentos aquilo que vai dentro das suas casas.
Há também, porque nota-se no dia-a-dia, uma redução de qualidade operacional dos serviços de limpeza pública, sejam municipais ou concessionados. Talvez fosse necessária uma forte campanha de sensibilização, junto das escolas ou da população geral.
Nos últimos tempos, em particular nos fins de semana em locais de concentração jovem, em zonas de alguns bares (quando o tempo é convidativo) percebe-se o desleixo e a falta de respeito pelo sentido colectivo. Há uma tarefa institucional, dos serviços camarários e das instituições cívicas, que precisa de ser assumida como campanha pedagógica, de forma a sentir melhoria no nosso dia-a-dia coletivo.
Se a cidade não está como gostaríamos que estivesse - mais limpa, asseada, sem desleixo apreciável - então há que se arrepiar caminho para se inverter essa situação que está na mão, na cabeça e na consciência de todos nós. Desde a casa de cada um à rua que todos usamos, no caminho independentemente do destino. Também aí os poderes públicos, câmara e forças policiais têm de assumir uma postura mais interveniente identificando e responsabilizando quem age por negligência, ou até por consciência prejudicando tudo e todos.
Por uma cidade melhor, ambiente mais saudável!!!

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