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Será que todas as bocas de incêndio estão operacionais?

FOTO: Artur Nunes
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Por ser um assunto de extrema importância para a população é que, e mais uma vez, venho apelar às entidades responsáveis para o efeito, nomeadamente à protecção civil, para o que de mais estrito é necessário fazer-se às bocas de incêndio instaladas em vários pontos da cidade. Isto para que os Bombeiros (“soldados da paz”) de S. João da Madeira e dos demais concelhos saibam com que podem contar e a população Sanjoanense sinta que não está desprotegida caso o infortúnio (incêndio) aconteça.
Esta chamada de atenção percorre um caminho estreito e muito curto, daí ser um sinal de alerta muito forte, pois vai ao encontro do que aconteceu de triste memória, no verão de 2011, no concelho de Matosinhos. Na altura, a câmara de Matosinhos foi acusada de irresponsabilidade e incompetência pela população local (daí o aviso à tripulação, como quem diz à Câmara Municipal de S. João da Madeira), pelo facto de, na sequência de um incêndio, uma habitação ter sido destruída (felizmente não fez vítimas) mas fez com que uma família ficasse desalojada.
O que aconteceu em Matosinhos não foi obra do acaso. Não, porque perto do local do incêndio houvesse falta de bocas de incêndio. Estas, de facto, existiam, só que estavam estupidamente inoperacionais. Será que as que estão acomodadas por toda a cidade de S. João da Madeira estão mesmo todas operacionais?
É a verificação das bocas de incêndio que a população Sanjoanense exige à câmara, que se faça pelo menos uma vez por ano.
Tenho dúvidas que isto esteja a ser feito, daí haver receio de algumas bocas estarem entupidas a ter em conta o desaparecimento de umas quantas carapuças de proteção, como se pode verificar pela foto na Rua Durbalino Laranjeira. É certo que aqui há puro vandalismo. Mas não é menos certo que há falta de fiscalização, havendo nisso uma forte dose de responsabilidade dos serviços da câmara municipal de S. João da Madeira.
Lembro que em 19 de junho de 2014 já alertei para o assunto, incluindo para a falta das carapuças de proteção. Até à data a situação mantém-se. Daí verificar-se, presume-se, ausência de manutenção e de responsabilidade como é óbvio.
Lá diz o ditado popular "quem te avisa teu amigo é"!

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