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5.º aniversário do Turismo Industrial

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“A Marca” dos trabalhadores está na Rua Oliveira Júnior

FOTO: Direitos Reservados
FOTO: Diana Familiar
Manuel Ferreira
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Flora Bastos
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Carminda Resende
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Paulo Silva
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Nuno Ferreira
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Nuno Ferreira
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5.º aniversário do Turismo Industrial

A primeira comemoração do 5.º aniversário do Turismo Industrial realizou-se durante a manhã de 14 de janeiro, sábado passado, na Rua Oliveira Júnior.
A iniciativa “Deixar a Marca” consistiu em nada mais, nada menos do que pintar imagens relativas à indústria na Rua Oliveira Júnior onde está o Welcome Center do Turismo Industrial de S. João da Madeira.
“A Marca” dos trabalhadores das empresas e das instituições que integram o Turismo Industrial e dos cidadãos que decidiram aderir à iniciativa está daqui em diante na Rua Oliveira Júnior.
Os presentes tiveram ainda a oportunidade de fazer parte da “gravação de um vídeo promocional”, explicou a autarquia sanjoanense.
A iniciativa contou com a “participação ativa de cerca de 60 pessoas, mais de metade das quais ligadas às empresas parceiras do Turismo Industrial. Todos contribuíram para ´Deixar Marca´ no 5.º aniversário deste programa municipal que, pelo seu caráter inovador, é já uma imagem de marca de S. João da Madeira. E isso deve-se em grande medida a quem trabalha nas empresas e instituições que são parceiras da câmara neste programa. Assim, a autarquia deixa bem vincado o seu reconhecimento a essas pessoas pela forma como se dedicam a promover a cidade e o seu património industrial”, declarou o departamento de comunicação da autarquia sanjoanense ao labor.
A iniciativa “Deixar Marca” terá “continuidade e irá certamente registar um cada vez maior envolvimento, tal como aconteceu com o próprio programa de Turismo Industrial, que já recebeu mais de 100 mil visitantes” desde 2012.
 O Turismo Industrial celebra cinco anos de existência no dia 23 de janeiro, próxima segunda-feira, em S. João da Madeira.
O programa do Turismo Industrial dá a conhecer instituições como o Museu da Chapelaria, o Museu do Calçado, o Núcleo de Arte da Oliva Creative Factory, a Academia de Design e Calçado e o Centro Tecnológico do Calçado de Portugal (CTCP).
A iniciativa organiza ainda visitas guiadas durante o horário de trabalho das empresas Cortadoria Nacional de Pelo, Helsar, Evereste, Fepsa, Viarco, Heliotextil, Oliva Creative Factory e Torre da Oliva.

Visitas gratuitas de 23 a 27 de janeiro

As comemorações do aniversário do Turismo industrial continuam com visitas gratuitas a partir do dia 23 até 27 de janeiro pelas empresas e instituições de S. João da Madeira.
Na visita guiada de 26 de janeiro “estará disponível tradução simultânea para surdos”, deu a conhecer o departamento de comunicação da câmara sanjoanense.
O programa comemorativo apresenta no mesmo dia a inauguração da exposição de 18 vestidos de chita “numa alusão aos populares concursos sobre esse tema que há muitos anos eram organizados pela antiga empresa Oliva, onde eram fabricadas as populares máquinas de costura com o mesmo nome”, adiantou a mesma fonte da autarquia.
As comemorações terminam com o espetáculo dos Lullaby no dia 27 de janeiro, pelas 21h30, na Torre da Oliva.

Vox Pop

O que acha do Turismo Industrial?

Manuel Ferreira, 35 anos, trabalha há 13 anos na Evereste

“É uma boa ideia. Desde o projeto das visitas à empresa, até à transmissão de conhecimentos entre os trabalhadores da empresa e os visitantes. Acho que é importante. Nós ensinamos um bocadinho do que fazemos, quando os visitantes têm dúvidas tentamos explicar, mas é muito bom aprenderem como é que se constrói um sapato. Nós próprios aprendemos com as dúvidas colocadas por eles. Muitas vezes são questões que não nos passam pela cabeça”.

Flora Bastos, 37 anos, trabalha há 10 anos no CTCP

“Acho que é muito importante para a divulgação quer do concelho de S. João da Madeira, quer da indústria. Uma interação total entre os visitantes e os trabalhadores. Eles entram na fábrica ou no CTCP e entram em contacto com os trabalhadores, o trabalho feito por eles, como e para que se faz. Eles ficam a conhecer o CTCP e o processo de construção de um sapato. A maior parte das pessoas que vêm não sabe como é que se faz um sapato. Eles vão à sapataria e compram um sapato. Eles não têm noção da quantidade de tarefas que exige a construção de um sapato. Quem diz um sapato diz um chapéu”.

Carminda Resende, 55 anos, trabalha há 33 anos na Helsar

“Muito boa. É uma maneira das pessoas darem a conhecer o sistema laboral e os visitantes verem como é que as coisas são feitas. Tem sempre um guia a explicar as diferentes fases de construção do sapato. O nosso trabalho é valorizado e dado a conhecer. Há visitantes que são espetaculares que conversam e riem-se connosco. Temos sempre aquele miminho pequenino para dar quanto mais que não seja um sorriso. Acho que representa muito e as duas partes saem sempre a ganhar”.

Paulo Silva, 58 anos, trabalha há 45 anos na Evereste

“Uma ótima ideia. Isto desenvolve a nossa ´cidade do trabalho´. Acho que na totalidade ganhamos todos. Nota-se mais movimento. Torna-se bonito dar a conhecer o nosso produto, a nossa matéria-prima e valorizar o nosso trabalho”.

Nuno Ferreira, 36 anos, trabalha há dois anos na Viarco

“É fixe. É uma coisa que permite às pessoas entrarem e conhecerem uma fábrica e o ambiente. E cria uma interação entre o trabalhador e o visitante. Nós explicamos os diferentes processos de fabrico do lápis. Ganham eles e nós. Valoriza o nosso trabalho”.

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