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A fase “mais significativa” deverá estar pronta até ao fim do ano, informou o CHEDV

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Obras continuam atrasadas

FOTO: Diana Familiar
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A fase “mais significativa” deverá estar pronta até ao fim do ano, informou o CHEDV

A requalificação do Serviço de Urgência Básica (SUB) do Hospital de S. João da Madeira foi anunciada em abril deste ano pelo Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga (CHEDV).
A obra está dividida em três fases - tornar a entrada de serviço funcional ao quebrar as barreiras existentes entre a sala de registo de utentes, a sala de espera para triagem e o gabinete para triagem; reformular por completo a zona de observação, tratamentos e administração de medicamentos a doentes; e melhorar a zona de espera de doentes e acompanhantes, os gabinetes de atendimento e um espaço de repouso para os profissionais de saúde - começou em início de maio e estaria concluída ao fim de dois meses ou dois meses e meio. O custo total desta obra ronda os 200 mil euros suportados por fundos do CHEDV.
A conclusão da obra estava prevista para agosto, mas continua atrasada devido a alguns constrangimentos.
Esta obra “deparou-se com alguns problemas inesperados durante a sua realização, os quais obrigaram à introdução de ligeiras alterações ao projeto inicial que, fruto dos procedimentos inerentes à contratação pública, levaram a que se registe algum atraso na sua conclusão”, confirmou o CHEDV ao labor. Assegurando que “é expectável que a fase mais significativa desta intervenção fique concluída antes do final do presente ano”.

Requalificação da Morgue, Capela Mortuária e do Palacete

O Hospital de S. João da Madeira tem mais duas obras a decorrer ao mesmo tempo. A saber, a requalificação total da Morgue e Capela Mortuária e a requalificação do edifício administrativo da unidade hospitalar, mais conhecido como palacete.
O investimento total das três intervenções a decorrer no Hospital sanjoanense ronda os 400 mil euros, comunicou o CHEDV ao labor.
A obra de requalificação da Morgue e da Capela Mortuária está a “decorrer em bom ritmo e deverá ficar concluída na primeira quinzena de dezembro”. Já a obra do palacete começou na “primeira semana de novembro e deverá ficar concluída no primeiro trimestre de 2018”, adiantou o centro hospitalar.

Hospital é “mantido com todo o zelo”

A informação de que o vidro da porta da entrada para o Hospital de Psiquiatria teria sido partido e substituído por um cartão e a existência de maus acessos ao hospital sanjoanense devido aos passeios desnivelados e com paralelos soltos chegou ao nosso jornal.
Acerca de cada um dos casos, o CHEDV teve algo a dizer. Primeiro, confirmou que “infelizmente houve um incidente de vandalismo que teve como consequência, entre outras, a quebra do vidro da entrada principal”. Contudo, “logo que houve conhecimento desse problema foi solicitada a intervenção de uma empresa da especialidade que efetuou a sua substituição”, assegurou o centro hospitalar ao labor.
Relativamente aos acessos, “o Hospital de S. João da Madeira é mantido com todo o zelo”, sublinhou o CHEDV. “É natural que, nesta fase em que decorrem várias obras em simultâneo, o que obriga a um movimento anormal de camiões e outros veículos a elas associados, haja uma utilização que desgasta mais os espaços”, considerou o centro hospitalar ao nosso jornal.
O CHEDV assegurou que “o Serviço de Instalações e Equipamentos está atento a essas situações e, logo que todas as intervenções estejam concluídas, fará uma avaliação geral para corrigir aquilo que for necessário”.
O centro hospitalar aproveitou para “referir que, desde que se iniciaram as obras do Serviço de Urgência do Hospital de S. João da Madeira não foi recebida qualquer queixa formal sobre a matéria”. Muito pelo contrário, “temos sentido da população a expressão de reconhecimento pelo esforço de melhoria e modernização que estamos a levar a cabo, o qual tem sido expresso de diversas formas”, esclareceu o CHEDV ao labor.

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